Benito Quinquela Martin

Benito Quinquela Martin

Benito Quinquela Martín, em Buenos Aires, 1 de março de 1890 – paris, 28 de janeiro de 1977), cujo nome de nascimento foi Benito Juan Martín, foi um pintor argentino. ] Suas pinturas portuárias mostram a atividade, vigor e rudeza da vida diária na portuária Da Boca. Exibiu suas obras em várias exposições realizadas no país e no estrangeiro, conseguiu vender várias de suas criações e outras tantas doou. Com o benefício econômico obtido com as vendas realizou várias obras solidárias no seu bairro, entre elas uma escola-museu conhecida como Escola Pedro de Mendoza.

Não teve uma educação formal em artes, mas que foi um autodidata, o que ocasionou que a crítica não fora sempre positiva. Usou como principal instrumento de trabalho a espátula em vez do tradicional pincel. ] O que se é certo é que a mãe biológica nunca se apresentou para exigi-la, deixou o bebê como lembrança um lenço de papel cortado na diagonal, adornado com uma flor bordada.

Seus primeiros sete anos, viveu em um asilo de São Paulo, o artista tinha apenas lembranças dessa época e aparecia em sua memória como vícios e nebulosa. Viveu entre os aventais cinza e hábitos negros das Irmãs de Caridade, carecendo de figuras paternas em uma idade crítica para a formação psíquica. Foi uma infância triste e solitária, onde prevaleceu o fechamento.

no entanto, o seu caráter não foi alterado por estes fatos, sempre foi alegre e compassivo, e suas atitudes eram agradáveis. ] Benito adquiriu o apelido de seu pai adotivo “Chinchella”, que posteriormente seria fonetizado ao castelhano como Quinquela. “Minha velha me conquistou em seguida -dita Quinquela, em sua autobiografia, recolhida por André Monteiro e publicada em 1963 – e desde o primeiro momento, encontrou em mim um filho e um aliado”. Manuel, oriundo de Nervi, Itália, era um homem robusto, de grande força muscular, que havia chegado à Argentina para melhorar a sua situação económica.

Morou um tempo em são paulo, pelo qual lhe chamava de “O estado de são paulo” e, em seguida, mudou-se para A Boca, onde trabalhava baixando carvão no porto. Uma tarde de trabalho cruzou-se com Joana, que seria sua esposa, proveniente de Entre Rios, de quem se apaixonou à primeira vista. Justina não podia engravidar, apesar de que ambos queriam um filho. Tomaram a decisão de adotar um e foram para a Casa Berço em busca de um homem eventos promos parceiros que possam colaborar na carbonária. Benito, naquele momento, tinha entre seis e oito anos, não se sabe exatamente a idade.

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] a professora foi Margarida Erlin quem lhe ensinou conhecimento elementar: ler, escrever e noções de matemática. Fez amizade com os gêmeos Garcia, conhecidos por briguento, mas inteligentes e capazes. Eles ajudaram a Bento em suas tarefas e quando souberam que deixou seus estudos lhe ensinaram conhecimentos de rua como usar a funda, atirar pedras com pontaria certeira e roubar fios de cercas para empregá-los em defesa própria.

Em 1904, a família se mudou para a rua Magalhães 970, uma área onde era popular, a militância social e política parecia ser o caminho para construir um futuro melhor. Nasciam então os sindicatos, grêmios e centros educativos. Bento começou a participar da campanha de Alfredo Palácios, candidato a deputado socialista.

Ainda era menor de idade, o que aprendeu nesses anos de trabalho inclinavam-se para o sector político. Mas as coisas empeorarían no ano seguinte, o econômico e o seu pai pensou que se podia trabalhar na política, também o poderá fazer no porto. Sua tarefa era ir de barco por barco com um saco vazio, encha-o com carvão até a parada de compradores no diques de Volta da Rocha.

O salário era de cinquenta centavos a cada vinte e cinco bolsas e o agregado de agudos de dor nas costas. Destacou-Se neste trabalho porque, apesar de sua contextura física -era magrela, e muitas vezes ósseo – contava com uma vontade de ferro. ] Em que a academia se ensinava quase de tudo, desde música e canto, economia doméstica e outros cursos práticos, enquanto de dia trabalhava na carbonária familiar.

] Em que a academia conheceu Juan de Dios Filiberto e de outros colegas com quem se relacionaría durante toda a sua vida. Professor Alfredo Lazzari, pintor que lhe deu seus primeiros conhecimentos técnicos sobre a arte. Continuou até os vinte e um anos com o curso. Como o ambiente era muito diferente do que estava acostumado, cheio de carvão e longe dos livros tentou incorporar todo o conhecimento de golpe, depois do trabalho, ia para alguma biblioteca para tentar cobrir a carência de educação formal. De toda a literatura que leu o que mais lhe impressionou foi A arte do escultor francês Auguste Rodin, foi a que lhe despertou a sua vocação.

Joana

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