Basílica De Santa Maria Do Mar

Basílica De Santa Maria Do Mar

A igreja de Santa Maria del Mar é uma basílica menor, situada na cidade de Barcelona, Catalunha, Espanha. Foi construída entre 1329 e 1383. Desde 3 de junho de 1931, tem a catalogação de Bem de Interesse Cultural. A construção começou em 1329, tal como atestam as lápides do portal das Amoreiras (que dá ao Fossar de les Moreres). Os muros, as capelas laterais e a fachada foram concluídas por volta de 1350. Em 1379, a ponto de acabar o quarto trecho de abóbadas, incendiaram os andaimes e as pedras sofreram danos significativos.

Finalmente, em 3 de novembro de 1383, foi lançada a última parte da abóbada e 15 de agosto do ano seguinte celebrou a primeira missa. O terremoto de 1428 causou o colapso da roseta, causando algumas mortes, a queda das pedras do mesmo. Mas logo ele assinou um contrato para construir um novo estilo flamejante, que ficou acabamento em 1459 e no ano seguinte, foram colocadas as vitrines do mesmo. O interior da igreja foi se adaptando ao longo dos séculos às mudanças de gostos arquitetônicos e foi adotando novos elementos.

no final do século XVII, o vice-rei João de Hesse-Darmstadt, mandou construir um passadiço elevado que ligava o palácio vice-real com a igreja: o primeiro trecho ao longo da rua Malcuinat e cruzava o atual Fossar de les Moreres. Em 1783, foi inaugurado um novo altar-mor tardo-barroco formado por doze colunas monolíticas centradas em torno de uma imagem da Virgem. Em 1923, recebeu o título de basílica menor, outorgado pelo papa Pio XI. Visto do exterior, o edifício apresenta um aspecto maciço e robusto, o que não transmite o que encontraremos no interior. O predomínio das linhas horizontais e as seções de parede sem grandes aberturas ou decorações é absoluto.

Continuamente se acentua a horizontalidade, marcando-a com molduras, bordas e superfícies lisas, como se quisesse evitar um excessivo sentimento de altura (apesar de ser, na verdade, um edifício muito alto). Globalmente, o edifício forma um bloco compacto, sem secções de parede em diferentes profundidades (apenas as correspondentes às naves) típicos do gótico europeu. Isto permite que a iluminação seja sempre muito plano, afastada dos jogos de luzes e sombras que podem ocorrer em outras igrejas. A fachada principal é enquadrada por duas torres octogonais (forma que se repetirá em todas as colunas do interior) e os dois poderosos contrafortes que moldam a rosácea e transmitem a amplitude da abóbada interior.

  • 2 Interior 2.3.2.1 Capelas laterais
  • Força ou resistência
  • Os campos e quartéis se encontravam na zona norte e na ilha de Khauda
  • 1 Varanda ocidental
  • Capela da Visitação
  • 4 Estilo protogeométrico
  • Almonaster la Real
  • SMOOTHIES DE CORES

Horizontalmente podemos ver dois trechos, claramente diferenciados por molduras e as galerias, enquanto que nas torres da horizontalidade é sublinhada, uma vez mais, as galerias, em vez de pináculos ou agulhas. O trecho inferior fica centrado no pórtico e o superior por roseta, com as duas janelas do chão ao tecto que o acompanham entre os contrafortes e as torres.

A austeridade geral é ainda mais manifesta nas laterais, formados por uma parede lisa, sem decoração, que fecha o espaço entre os contrafortes e permite a presença de capelas interiores. A concepção é muito diferente da de a graciosidade dos arcobotantes do gótico francês, que nunca foram um elemento de destaque no gótico catalão e que aqui tenham desaparecido por completo.

Horizontalmente são marcados com clareza três andares. No inferior, correspondente às capelas laterais, abrem estreitas janelas do chão ao tecto, relativamente pequenos, que ritmam a parede e correspondem cada um a uma capela interior, e a cada três ao espaço entre os contrafortes. Os laterais se abrem também as duas portas: a porta de Sombrereros e das Amoreiras.

Posteriormente, abriu uma nova porta na abside: a porta do Borne. Interiormente é um edifício de três naves, com deambulatório e sem cruzeiro. As naves estão formadas por quatro tramos e o presbitério consiste de meio troço e um polígono de sete lados, todo coberto com uma abóbada de cruzaria e coroado com magníficas chaves de abóbada.

Formalmente, pois, temos um edifício de três naves, mas parece como se o arquiteto tivesse querido dar a mesma sensação de espaço que se consegue com uma só nave. É Por isso que separa bastante os pilares (15 metros) e nivela muito as fachadas das três naves (1/8 menos as laterais da central). O resultado é um espaço diáfano, que descarta a divisão do gótico europeu e inclina-se por uma idéia de espaço único.

Joana

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