As Sapatilhas Da NASA Inspiradas No Apollo11

As Sapatilhas Da NASA Inspiradas No Apollo11

Não é a primeira vez que a NASA colabora com a indústria da moda. O logotipo da Agência Espacial, bem como suas siglas são mundialmente conhecidas e, sem dúvida, uma reclamação no mundo da moda para marcar tendência. Em sua loja online você pode comprar praticamente todo o tipo de peças e acessórios com o logo (mesmo comida de astronauta). Agora, é a vez de Mercer Amsterdarm, uma empresa internacional de tênis junto com a que a NASA vai lançar uma edição limitada digna de qualquer astronauta e que não demoraremos a ver pelas ruas de meio mundo.

trata-Se de uma tiragem única de 96 pares inspiradas na Apollo 11, o vôo espacial que levou pela primeira vez a dois homens à Lua, contadas a partir da própria web da marca. Em couro de cor branca, os pequenos toques de azul e os cordões vermelhos inspiram rapidamente as cores logo da Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos. As exclusivas tênis estarão à venda no próximo dia 28 de setembro e terão um preço de 290 dólares (cerca de 250 euros). Podem aquirirse tanto no site da Mercer Amsterdam como na loja online da NASA.

No século VII, o arcebispo de Canterbury assegurava que todos esses infortúnios eram culpa única e exclusivamente de mulheres. O fumo, além disso, fazia com que a atmosfera na casa fora insuportável. Furar o teto foi abrir a porta ao mal tempo. Em seguida, veio a lareira que testaram os grandes mosteiros e abadias.

Um dado interessante: com as chaminés, as casas se tornaram mais amplos e, o mais importante, começou a crescer um andar para cima. Nessa segunda planta, as famílias planejaram uma grande sala em que faziam exatamente o mesmo que abaixo -dormir, comer, descansar, jogar – mas dando lugar ao conceito de espaço pessoal.

Um avanço fundamental para separar a cozinha do resto da casa foi a aparição do forno doméstico, em 1830. Em 1854, houve um acontecimento que mudaria o passar dos placa de fogão: o aparecimento do gás. O fumo já não era incômodo e o fogo se pagava quando era desnecessário. Seis anos mais tarde, apareceram as primeiras geladeiras, o que foi um avanço fundamental para conservar alimentos.

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Hoje em dia é comum que comer na cozinha. Ou talvez na sala de jantar. Mas ao longo da história, fazia-se onde podia. De fato, até o século XVIII não existia um lugar definido para isso. Por não ter, não havia nem mesas. A gente colocava placas de madeira sobre cavaletes.

, E até mesmo nas casas mais humildes, se colocavam acima dos joelhos, e quando não se usavam-se apoiavam na parede. Que se começasse a servir os alimentos em uma sala pensada para isso teve que ver, em boa medida, com a decoração. A partir do século XVII, tornou-se moda estofar cadeiras e poltronas, algo que era extremamente caro, e as senhoras estavam até o pão de encontrar manchas de gordura em seus móveis.

Na ausência de guardanapos, as pessoas tinham o costume de limpar os dedos neles. O fato de que apareça o jantar marcou quando se comia e como. Até mudou a forma de servir a comida. Antes de 1850, os alimentos que compunham o ágape estavam todos em cima da mesa, os convidados se enchiam os pratos ou pediam aos serventes que fizessem. Mas, então, mudou a moda e a comida começou a ser servido por ordem: entrada, primeiros, segundos. Um problema: se alguém comia muito lento tinha que esperá-lo. Assim, os jantares passaram a durar horas.

Durante muitos séculos, sala de estar, sala de jantar e quarto de dormir, na maioria das casas, eram o mesmo espaço. De fato, até o século XV, a sala de estar era a casa. É a partir de então, quando começam a surgir alguns divisórias e aparecem dois quartos, um dos quais faz a função de salão.

Joana

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