As Clientes De Jaime Parladé Despedem Seu Decorador E Amigo

As Clientes De Jaime Parladé Despedem Seu Decorador E Amigo

Em “Cuscuz”, a casa vermelha que fica no caminho de Ronda, rodeada de ciprestes e sobreiros e que olha para o mar, ainda ressoam os passos e as travessuras de Jaime Parladé, marquês de Apezteguía, o seu proprietário. Mas só é um eco. Janetta, sua mulher e companheira desde há 60 anos.

Todos eles agora estão mergulhados na maioria dos vazios. Jaime Parladé era decorador, discípulo de decorador e professor de decoradores. Não fez complicados estudos técnicos, mas contou com uma bagagem cheia de viagens, vivências, amigos, casas maravilhosas e de múltiplas e variadas experiências. Mistura de andaluz e vasco, nasceu em San Sebastián, em 1930, mas viveu sua infância e juventude em Tânger cosmopolita de depois da guerra.

Aquilo marcou artisticamente. Seu pai queria que eu fosse advogado, mas ele saiu pela tangente e se dedicou a ver o mundo, explorar e aprender. Começou a colaborar com Duarte Pinto Coelho, na decoração do Hotel Guadalmina e lá adquiriu nome. Você llovieron contratos, projetos, clientes e amigos para toda a vida.

O Grupo, March, os Rothschild ou Julho Igrejas são apenas uma amostra de que o encarregaram da decoração de suas casas. Há alguns meses, Edições O Viso, publicou uma compilação de suas casas mais importantes (“Jaime Parladé: Decoração”. 27 de suas obras, antigas e recentes, e que não hesita em recorrer a Anna, Marcelo e Helena este notável livro, pois, se considerava o mais sortudo do mundo, ao contá-las entre seus amigos. São as que melhor o conheceram, pois trabalharam, viajaram e compartilharam casa com ele.

mas Que sejam eles os que nos contem como foi esse grande decorador! Anna Gamazo do Grupo. Foi um de seus grandes clientes e amigas e várias de suas residências leva a sua marca. “Eu acho que tive o privilégio de fazer muitas casas com ele, conviver com ele, viajar com ele e escolher com ele.

Isso é um privilégio, por tudo o que me ensinou. O que posso lhe dizer de Jaime? Que era um camaleão, que se adaptava ao cliente e aos seus gostos, embora não compartilhasse do todo. E, embora mais tarde me desse por transformar sua obra, nunca renegaba do resultado, nem negava sua autoria. Era um SENHOR, assim, com letras maiúsculas.

  • 3 Motivos vegetais
  • 1983: (Menção) Miguel Álvarez dos Rios, por “Álvaro Pio Valencia”
  • Suspéndelas em terrários originais
  • 1 Origem e características
  • acessórios para o outono com pratos
  • 130 gramas de biscoitos integrais
  • Faça um enorme fantasma, você pode usar faixas, papel, etc
  • 1 O daguestão xiita

Acho que se tivesse que definir o luxo, o definiria como qualquer de suas casas, pois têm o maior refinamento do que não se vê, mas o notas;o sente em mil detalhes. Todos os cantos de sua casa, são confortáveis e aconchegantes. Era simples e estético, além de bom, generoso, culto… sabia tudo, e lhe dava como consertar uma cabana na praia, aproveitando móveis instáveis, que fazer o projeto de um grande palácio. Colocava a mesma ilusão, nada era menos para ele. E os sindicatos com os quais trabalhou, o adoravam, não se preocupava porque melhor lhe forem copiar.

Dava tudo, até idéias. Estamos arruinados, como amigos e clientes que temos compartilhado com ele momentos incríveis”. Maria Pilar Aritio. Trabalhou durante 30 anos junto com Jaime, fazendo exatamente o que ele não queria porque ela escolas muito (claro que ela também): levar a papelada e os números.

Toda essa aridez compensava com tal de trabalhar junto a ele. “Ele divertia seu trabalho. É que lhe espantaba se cansar. Seu modo de trabalho era bastante anárquico. Ele não usava nenhuma norma, improvisaba constantemente, sempre ocorriam coisas novas e tinha que colocá-las. Segui-lo era enfrentar cada dia um desafio novo, uma aventura nova. E o que não lhe agradava, pois… ele estava por cima de tudo isso.

Joana

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