Arte Do Renascimento

Arte Do Renascimento

O conceito de renascimento é aplicável à época artística que dá início à Idade Moderna. O termo provém da obra de Giorgio Vasari Vidas de pintores, escultores e arquitetos famosos, publicado em 1570, mas até o século XIX, este conceito não recebeu uma ampla interpretação histórico-artística. No entanto, Vasari tinha formulado uma idéia determinante, o novo nascimento da arte antiga, que presuponía uma forte consciência histórica individual, um fenômeno inteiramente novo na atitude espiritual do artista.

De fato o Renascimento quebra, conscientemente, com a tradição artística da Idade Média, que se qualifica, com total desprezo, como um estilo de bárbaros ou de outro. E com a mesma consciência se opõe à arte contemporânea do norte da Europa. A partir de uma perspectiva da evolução artística geral da Europa, o Renascimento significa uma ruptura com a unidade estilística, que até aquele momento tinha sido supranacional.

O Renascimento representa uma nova forma de entender a arte, as artes liberais já não estão sob o controle dos sindicatos, mas, sob a proteção dos muitos príncipes, e a burguesia. Nascem, assim, os mecenas, como as famílias Medici, Rucelli, Tornabuoni ou Pazzi. A figura do artista é engrandecida e admirado, por que se abandona definitivamente o anonimato. No entanto, surge o atelier do mestre, que controla o acesso à profissão dos oficiais e aprendizes, e que é quem recebe os pedidos dos clientes.

Além disso, a burguesia, a Igreja e a monarquia são protetores dos artistas, já que se descobre o valor propagandístico da arte. Tudo isto exige uma formação científica dos artistas e uma grande capacidade de criação. Inventou a perspectiva aérea, com o sfumato. Põe muita atenção nas proporções, para que se utilizará o cânone clássico, que progressivamente se vai alargando, e é guardada a proporção entre as partes.

  • Javier Ambrois
  • 2004: Rodrigo Pereira García-Peña, por “País de Jovens”
  • Colégio de Cirurgiões-Dentistas de Leão, A. C
  • Diz ser Alicante Diferente
  • Palau de les Arts
  • Corte o feltro em quatro placas quadradas de mesmo tamanho
  • Rajoy em verde
  • 6 Arquitetura de negócio

Não é uma cópia da antiguidade, mas sim a sua interpretação. Procura o realismo, mas se idealiza a natureza, trata-se de uma arte burguesa. No Renascimento o homem recupera o seu protagonismo como primeiro objeto artístico, de acordo com a tradição greco-romana. O homem é a obra mais perfeita de Deus. Recupera o retrato e a naturalidade sem hieratismo, da mão da nova burguesia. Se pinta a figura humana, independentemente do que representa, Virgem ou cortesã, Apolo ou Cristo, o que importa é a figura humana.

O tema interessa pouco, mas sim o bem de frente para o representativo. O objeto da arte é o mundo natural, a imagem do mundo que se identifica com a civilização. Há um novo humanismo e de uma mentalidade burguesa que busca o homem perfeito em equilíbrio com a natureza. Tem como espaço cronológico todo o século XV, é o chamado Quattrocento, e compreende o Renascimento cedo do que se passa em Itália.

Joana

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