Arquitetura Popular E Civil Onubense

Arquitetura Popular E Civil Onubense

A raiz do caminho terramoto de Lisboa de 1755 parte das construções privadas, civis e religiosas da província de Huelva e de capital desapareceram. Como resposta a isso, desenvolveu-se um estilo de construção barroco, que foi se modificando, até que, em finais do século XIX, evoluiu para um novo modelo arquitetônico. As casas da cidade eram simples, de uma ou duas alturas em que as janelas e portas de acesso aparecem emolduradas por tijolos e com os panos da fachada pintados.

Elementos deste estilo arquitetônico foram adotados por arquitetos como José María Pérez Carasa para as construções de inspiração anglo-saxônica, como o Bairro Rainha Vitória, encarregadas pelas empresas mineradoras instaladas na cidade. Esse modelo pode-se dizer que evoluiu significativamente na área do centro histórico da cidade em construções mais imponentes. Adotou elementos de vários estilos, desde o modernismo para o regionalismo e para edifícios, tanto privados como públicos.

Este modelo foi estilo foi despareciendo e abandonando-se exponencialmente, devido à pouca sensibilidade conservadora dos governantes e o desenvolvimentismo descontrolado do século XX. O século XX implicou uma concepção desenvolvimentista da arquitetura. Quanto ao século XXI, surgem construções de vanguarda interessantes que tentam dar uma imagem de modernidade e homogeneidade a uma cidade que tenta se aproximar da ria de Huelva.

Casa na Rua Berdigón, século XVI. Casas abandonadas com a estrutura típica onubense do século XIX (na Avenida das Adoradoras). 5 Situação especial e legal. É nesta época que ocorre um grande crescimento demográfico e econômico em Huelva e sua província, o que se soma a necessidade de reconstruir os edifícios danificados pelo Terremoto de Lisboa ou construir uma nova. Tal é a maneira mais fecunda esta centúria que o Professor Teodoro) a considera como o “Século de Ouro” da arquitetura da província. Casas privadas do centro da cidade, como a Casa dos Trianes (1760) e a Casa dos Garrocho.

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  • 1485 a 1495[editar]
  • Nunca
  • Fase 1: 8000-6000.C.[4]
  • 1 Património arquitectónico
  • 1983: Jônica. Homenagem a Kavafis. Palma de Maiorca
  • 1828-29, Lettres écrites d’Égypte et de Nubie [1]
  • “cama boa e equipe amigável nuvem negra de chuva”

o Comando da Guarda Civil. Brasão de nobreza que preside o Palácio do Duque. Palácio do Duque de Medina-Sidonia. Localizado na rua Palácio (assim chamada pela existência do mesmo). Data do século XVII. Edifício de consideráveis dimensões que o mais importante com a arquitetura típica da cidade. Atualmente, tornou-edifícios de escritórios com as correspondentes reformas pertinentes.

É interessante observar o brasão de nobreza da casa dos duques de Medina Sidonia. A Cruz de los Angeles. Sua datação centra-se no século XVI. Trata-Se de uma cruz de ferro forjado de grande gosto que fica na Praça dos Capelães, junto ao Santuário da Fita.

Teve outros locais como categorias, de que foi movido por constituir um obstáculo para os planos urbanísticos que tinha para essa área. Ajimez. Um ajimez é uma janela mudéjar partida por uma coluna, dividindo-a em dois. Foi construída em tijolo e estava localizado na Rua Porto nas suas incios.Umas remodelações posteriores da rua fez com que a casa desaparecer, mudou-se o ajimez para os jardins da Fita, onde se encontra actualmente.

Joana

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