6 De Artesanato De Natal De Papel Para Fazer Com Crianças

6 De Artesanato De Natal De Papel Para Fazer Com Crianças

você Precisará de papel grosso de cores, estrelinhas de plástico para decorar, alguns laços, tesoura, cola e um furador. Com um modelo de bola de natal calcamos nossos elementos decorativos e os nossos. Uma vez feito, fazemos um furo na parte superior para conectá-los da árvore com uma fita. Ao final podemos decorá-los, adicionando tudo o que quisermos.

Estas árvores são realmente muito simples: você só precisa de cartolinas verdes em diferentes tonalidades, tesoura e cola. Se você quiser decorá-los com miçangas, também terá de contas. Os nossos cartões com o tamanho que queremos para nossas árvores. Uma vez cortadas, damos-lhes forma de cone e colamos o ponto de extremidade para que se mantenha.

Uma vez feito, fazemos uma base totalmente circular para que fique apoiado na mesa, sem problema. Ao final, adicionamos os enfeites e a decoração que mais nos agrade. Para fazer esta bonita cartão precisamos de uma cartolina, feltro, canetas de cor, guache branca e uma batata. Partimos da batata pela metade, molhamos a guache branca e estampamos contra a placa.

depois de seca a pintura, lhe desenhar com canetas rosto, o nariz e os braços, para que pareça um boneco de neve. Com o feltro, se quisermos, podemos acrescentar algum outro elemento decorativo. Se as crianças gostariam de decorar o mobiliário da casa, não há nada melhor do que comprar papel auto-adesivo de cores e ter muita imaginação.

nós damos-Lhe a forma que queremos e vamos transformando o mobiliário em verdadeiros personagens de natal. Você tem aqui e aqui os dois modelos que você precisa para fazer esta linda caixa. Os moldes estão em tamanho A4, e é só recortá-las e ir colando as dobras para dar a forma necessária. Ao final, você só tem que adicionar a divertida nariz vermelho e pronto.

Seu pai foi o tutor da família real no Brasil e, ao emigrar para o Novo Mundo se integrou à burocracia colonial, pelo resto de sua vida. Em 1662, Sigüenza ingressou no colégio jesuíta de Tepotzotlán para iniciar seus estudos religiosos, os mesmos que continuou em Puebla. Em 1667, foi expulso da ordem por indisciplina.

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Retorna à Cidade do México e entra para a Faculdade Real e Pontifícia universidade do México. Em 1672, assumiu o cargo de professor de astrologia e matemática, no cargo que já havia ocupado Diego Rodríguez 30 anos antes; o ocupou durante 20 anos realizando contribuições notáveis. Em 1681 Sigüenza escreveu o livro Manifesto filosófico contra os Cometas, em que tratava de acalmar o temor supersticioso que provocava nas pessoas este fenômeno cósmico.

Até recentemente havia pensado que o livro publicado por Sigüenza em 1690, que descreve as aventuras de um porto-riquenho chamado Alonso Ramírez (“Os infortúnios de Alonso Ramos”) era uma pura ficção inventada pelo famoso intelectual mexicano. As intensas chuvas de 1691 anegaron os campos e ameaçaram com inundar a cidade, e uma praga, consequência de toda essa umidade, consumiu os de trigo. Sigüenza usou um aparelho precursor do microscópio para descobrir a causa da praga era o Chiahuiztli, um inseto semelhante a da pulga. Como conseqüência deste desastre, houve, no ano seguinte, uma severa escassez de alimentos que provocou um motim popular.

As multidões saquearam lojas dos espanhóis europeus (gachupines) e provocaram vários incêndios em edifícios do governo. Sigüenza conseguiu resgatar do incêndio da biblioteca da cidade, salvando-a de uma grande perda. Os cálculos de Sigüenza estabeleceram em cerca de dez mil o número de participantes no motim.

Joana

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