↑ Lajo Pérez, Rosina (2018)

↑ Lajo Pérez, Rosina (2018)

Exemplos de decoração com arabesco são o Mihrab da Mesquita de Córdoba ou a Alhambra de Granada. Também se empregou na arte mudéjar, como se pode ver na fachada do palácio de d. Pedro I, do Alcazar de Sevilha. Não obstante, o arabesco é muito mais antigo que a arte islâmica.

Aparece em monumentos egípcios e assírios; também em alguns etruscos, gregos e romanos. Na Idade Média, foi utilizado em todos os tipos de ornamentos, e o Renascimento foi muito utilizado na Itália. Vitruvio, que faz menção a este gênero de ornamento, cuja moda começava em sua época entre os romanos, não se fala dele mais do que para condená-lo, e considerava esta novidade como um atentado dirigido contra a pureza da arte antiga.

Esta passagem nos dá a data exata em que se introduziram na arte clássica, os ornamentos em forma de arabesco, que, segundo o mesmo autor, não seriam mais que uma inaceitável imitação do estilo egípcio. Antes Aristóteles deixou testemunho de sua admiração por certas tapeçarias persas sobrecarregadas de ornamentos, que, segundo a descrição que dá a elas, devemos considerá-las como verdadeiros arabescos.

Estas tapeçarias eram tão notáveis pelo brilho de suas cores, como para a riqueza e singularidade de seus desenhos, representando um peculiar conjunto de plantas e animais e até de torneiras e de centauros. Diversos povos ao longo do mundo e em diferentes graus de complexidade fizeram uso do arabesco: os indianos, os chineses, os antigos mexicanos entre outros usaram-se sobre seus edifícios, sobre os mosaicos e até sobre suas telas. Durante os primeiros tempos que se seguiram à queda do Império romano, os arabescos, desapareceram quase todos os edifícios que se levantavam, sob a influência da arte cristã.

Os europeus, que estavam em contato imediato com os árabes, imitaram primeiro deste género de decoração e as cruzadas, à sua volta, de diferentes países da Ásia, propagaram este gosto no resto da Europa. Voltam a Se encontrar vestígios dessa imitação em toda a arquitetura gótica, que, apesar de seu rótulo, de perfeita originalidade em outras partes, sofre, evidentemente, a influência oriental em tudo o que toca ao ornamento. Nesta época foi quando se criou a palavra arabesco, denominação exata sempre que se aplique aos ornamentos dos tempos góticos, mas que deixa de sê-lo, na época do renascimento.

  • 2 Descrição 2.1 Fachada
  • Use cestos de materiais naturais
  • 5 Maneirismo na música
  • Molina Rosito, A. 1975. Enumeração de plantas. Ceiba 19(1): 1-118
  • Série de Nenúfares
  • 6 Kukulcán, Quetzalcóatl, Gucumatz, Coo Dzavui

Desde então, os mestres em matéria de ornamentos não eram já os árabes, mas os romanos e começou a imitar os belos modelos que estes últimos haviam deixado sobre as paredes de seus monumentos. Rafael, o mesmo foi aplicado a ele, e provou sua genialidade. Foi o primeiro entre os europeus, que introduziu figuras alegóricas em arabescos. Há dúvidas se foi isso, um inovador, ou somente o imitador de algumas antigas pinturas muito pouco conhecidas no seu tempo. O Commons possui uma categoria multimídias sobre Arabesco. ↑ Lajo Pérez, Rosina (1990). Léxico de arte. Madrid – Espanha: Akal.

inicialmente, os trabalhos com cobre eram ignorados pelos conquistadores espanhóis, já que buscavam ouro e prata. O cobre era ordenado a terras espanholas, no entanto, não tanto como o ouro e a prata. Atualmente, o centro de operações de cobre no México, é o estado de Michoacán, especialmente o município de Santa Clara do Cobre. Um dos objetos de cobre tradicional é um grande recipiente em que se derrete a gordura de porco ou se carameliza o açúcar para a fabricação de doces.

Joana

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