XXI a última para A Humanidade?

XXI a última para A Humanidade?

A felicidade é uma emoção que ocorre em um ser vivo, quando acredita ter alcançado uma meta desejada. A felicidade costuma ir presa a uma condição interna ou subjetiva de satisfação e alegria. Alguns psicólogos têm tentado caracterizar o grau de felicidade através de diversos testes, e têm vindo a definir a felicidade como uma medida de bem-estar subjetivo (autopercibido) que influencia as atitudes e o comportamento dos indivíduos.

As pessoas que têm um alto grau de felicidade mostram geralmente uma abordagem do meio positivo, ao mesmo tempo que se sentem motivadas a conquistar novas metas. Ao contrário do que as pessoas que não sentem nenhum grau de felicidade que mostram uma abordagem do meio negativo, sentindo-se frustradas com o desenvolvimento de sua vida, atribuindo a culpa ao resto da sociedade, com a qual convivem.

entende-Se neste contexto como um estado de humor positivo. Esse estado de ânimo é subjetivo e, portanto, não se refere a um fato autopercibido. A felicidade freqüentemente é considerado positivo, já que permite que os indivíduos tirar partido das condições objetivas, favorece a atitude de abordar diferentes tarefas, levando-a ao termo proposto. A depressão e outros distúrbios psicológicos, por exemplo, caracterizam-se por uma notória falta de felicidade do indivíduo, o que frustra as possibilidades de os indivíduos para enfrentar com sucesso várias tarefas ou obter benefícios de situações objectivamente favoráveis.

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Fatores associados para a consecução de objetivos e desejos. A felicidade, portanto, que o estado emocional e autopercibido, é um estado subjetivo que, no entanto, pode ser analisada através de procedimentos objectivos. A filosofia estuda o seu conceito e a realidade. A sociologia ocupa-se de analisar que fatores sociais determinam os objetivos que o sujeito se marca como meta para alcançar estados de felicidade. A antropologia mostra como diferentes culturas têm estabelecido cânones diferentes a respeito.

a pergunta sobre A felicidade é essencial para o surgimento da ética na antiga Grécia. Os filósofos encontraram respostas muito diferentes, o que mostra que, como dizia Aristóteles, todos estamos de acordo que queremos ser felizes, mas, quando tentamos tirar como podemos sê-lo, começam as discrepâncias. Ser feliz é autorrealizarse, atingir as metas próprias de um ser humano (eudemonismo), postura defendida por Aristóteles. Em certo sentido, também Platão pode ser enquadrado nesta posição, se bem que o horizonte de felicidade, de acordo com Platão, se abre para a vida após a morte. Ser feliz é ser auto-suficiente, valer-se por si mesmo sem depender de nada nem de ninguém (cinismo e estoicismo).

Ser feliz é experimentar o prazer intelectual e físico e conseguir evitar o sofrimento mental e físico (hedonismo). É a postura que defende Epicuro. Entre eudemonismo e hedonismo existe um desacordo fundamental. Aristóteles acredita que ser feliz é ser humano no mais pleno sentido da palavra. Epicuro, ao contrário, não sabe o que é o que move os seres humanos a agir, porque a felicidade consiste em conseguir, e essa coisa é o prazer.

Aristóteles sustenta que todos os homens estão de acordo em fazer a ligação felicidade para a unidade calcula o preço dos fins humanos, o bem supremo, o fim último, mas que é difícil defini-la e descrevê-la. Daí se percebe a divergência de opiniões a respeito de como entender a felicidade: prazer para alguns, honras para outros, contemplação (conhecimento intelectual) para outros mais.

Aristóteles rejeita que a riqueza possa ser a felicidade, pois é um meio para conseguir prazeres ou para obter honras, mas reconhece que existem pessoas que fazem as riquezas em seu centro de atenção. Existem também muitas outras escolas filosóficas que têm trabalhado o tema da felicidade individual em outros termos.

Joana

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