Você Pode Aprender A Seduzir?

Você Pode Aprender A Seduzir?

foram escritos livros, manuais, e até canções, e rodagem de filmes sobre isso, veja ‘Alfie’ ou ‘Graduado’. Mas o último é, ao igual que em outra fita, ‘Hitch’, estrelado por Will Smith, dar (e assistir) cursos para aprender a seduzir. Rui M. Ferrer, responsável de formação de Lily Blossom. Esta é a primeira lição que se aprende no ‘Workshop de sedução”, que realizam em sua boutique de rua C/ Claudio Coello, de Madrid. A sedução continua sendo uma matéria pendente para muitas pessoas, mas acima de tudo é um tema que preocupa os homens. Muito se fala sobre as armas de uma mulher, mas o

O sucesso dos cursos, como os que ensinam em ‘Sair’ – se que o homem é a favor de aprender. Apesar de algumas pessoas nascem com esse dom de Casanova, como o que emana Jude Law no filme ‘Alfie’, outros estão dispostos a receber orientações a seguir para se tornar um sedutor nato. Foto: Gtresonline. Quadro do remake de ‘Alfie’.

Mike Tabaschek , Diretor de LevantArt, Escola de Sedução. Mais de 3.000 homens já se formaram nela, tratando-se da primeira empresa de fala hispânica dedicada ao estudo da sedução. Com sede em Buenos Aires joga agora em Portugal, com seminários em Madrid e Barcelona, nos próximos dias 17 e 18 de outubro e 24 e 25 de outubro, respectivamente. Os números avalizam: os homens que estudam técnicas de sedução triplicam sua taxa de eficácia com as mulheres, de acordo com o psicólogo alemão Andreas M. Baranowsk. Eles, além, vão além do mero ‘paquera’ e focam suas táticas, até mesmo no plano profissional. Foto: Gtresonline. Quadro de ‘Graduação’.

Mas, existe um método universal para ensañar a seduzir, pode-se elaborar o ” Manual do sedutor? Em seu centro Psic & Corps dar resposta à crescente procura deste tipo de formação, com oficinas como ‘Menos timidez, melhores ferramentas de sedução’. Que a arte da sedução é uma matéria em crescimento parece já inegável, uma vez que tem cada vez mais seguidores. Mas vai ser mais complicado saber os resultados de aplicar os conhecimentos adquiridos, pois o

“eu Te amo”. “Eu preciso de você”. “Não sou nada sem ti”. Como costumamos confundir o amor com a dependência sentimental? É uma das situações que mais se repetem em nosso dia-a-dia. O “eu te amo” é um verbo em inglês, é muito fácil de identificar e que, ao final, falta-lhe um “para”.

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o Para que te quero? Não podemos ser conscientes de que o querer implica sempre um “para” e, se o fôssemos, certamente, poderíamos catalogar melhor a relação que temos. Quero-Te para que me andes toda a vida, como companhia, como amigo, como amante. O “eu preciso” não é um passo a mais, é um eu não posso ser feliz sem a sua presença, algo que é totalmente prejudicial. Uma pessoa tem que ser saudável emocionalmente e encontrar o equilíbrio por si mesma. Eu gosto de falar do “eu escolho” que, para mim, é o ponto de amor consciente.

Um casal que funciona é aquela que, desde a saúde individual de cada indivíduo pode dizer a outra pessoa “eu te escolhi desde a minha liberdade a cada dia, para que esteja ao meu lado”. A escolha é a primeira fase do amor. É aí que costumamos falhar mais, apesar de que ninguém nos obriga?

É uma fase em que influencia a abordagem social de que todos nós temos que ter casal e se você não tem você é um fracassado. Talvez, e com o passar dos anos, isso já não é tão palpável, mas houve um momento em que um solteiro ou solteira era alguém que não tinha triunfado. Coisas como esta que nos foram marcando e pressionando para que encontremos casal, logo, e com que estejamos toda a vida. O que acontece então, é que quando nos cruzamos com uma pessoa que nos liberta essa parte química costumamos perder a parte racional de avaliar se é ou não o casal que queremos ter.

Joana

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