Será Que Realmente Somos Realmente Igualitários Em Casal?

Será Que Realmente Somos Realmente Igualitários Em Casal?

No início do século XX, o voto feminino era uma raridade. A nova Zelândia era o único país do mundo que o reconhecia, embora de uma forma restritiva: as mulheres tinham direito a votar, mas não podiam ser eleitas para cargos públicos até 1919. Mesmo assim, o avanço era revolucionário.

E não é só ocorreu com a questão do voto: o século XX foi o século de maiores avanços legais sobre os direitos da mulher. Em um grande número de países, as leis igualaram a todas as pessoas, sem discriminação de gênero. Em muitas das grandes questões no final do caminho, você chegou ao terminar o século. Mas na nossa vida cotidiana, ainda persistem multidão de pensamentos, atos e sentimentos sexistas inconscientes.

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Uma pesquisa publicada no início do século XXI pela Associação Médica da América do norte na revista New England Journal of Medicine detectava uma singular forma de sexismo na prática da medicina. Segundo o estudo, são prescritos tratamentos mais potentes -do tipo de transplante de rim ou cirurgia coronariana – a dos homens. Quando se tentava descobrir a razão, descobriu-se que, em geral, os médicos tendem a pensar que as queixas das mulheres tem uma origem psicológica e, no entanto, de que os homens são absolutamente singulares.

Uma pesquisa realizada pela empresa Gallup no ano de 2002, tornou-se evidente como as diferentes estratégias marcadas pela sociedade de acordo com o gênero derivavam em problemas de saúde mental para as mulheres. Depois do 11-S, 34% de mulheres norte-americanas tinha menos vontade de voar. No entanto, este medo só incidia em 19% de homens.

O diretor do estudo, o professor Richard Lerner, da Universidade de Nova York, disse que o resultado em função da aceitação social do medo, de acordo com o sexo. Investigando os dados, verificou que a reação da maioria dos homens, após o ataque não foi a ansiedade, mas sim a raiva, uma emoção mais tolerada no gênero masculino. Pouco mais tarde, no ano de 2005, a Universidade de Surrey, inglaterra, publicou um estudo sobre um tema que pode parecer insignificante, mas acaba influenciando a saúde: o ronco.

A investigação desvelaba que, ao contrário do que costumamos pensar, as mulheres roncam muito. No entanto, isso não incomoda muito os homens que dormem com elas porque as despertam imediatamente. Em março de 2007, foi aprovada no Brasil a lei orgânica para a igualdade efetiva de homens e mulheres que pretendia regular que os dois gêneros acessem qualquer emprego, em igualdade de condições.

Joana

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