Quarenta Anos Perdidos (e II)

Quarenta Anos Perdidos (e II)

Julià Gillamon, em seu magnífico “L’enigma Arquimbau”, consegue reconstruir o itinerário profissional da escritora durante estes anos. A seu regresso a Barcelona não poderá, no entanto, retomar seu emprego municipal. Além de suas notórias simpatias políticas, circula sobre ela um registro que qualifica como “péssima” a sua conduta moral. Em troca, seu marido foi contratado pela família Rius (que em breve irá comercializar o célebre Cola Cao), que precisa adquirir máquinas estrangeira para seus chocolates e batidos. Como em anos em que a autarquia era muito problemático conseguir divisas para tais aquisições, a família Rius abre em Tânger um negócio de importação e exportação, “Hispanicus Exclusivas de Artesanato Espanhola”, cuja direção encomenda Girós.

Quando a cidade deixe de ser em 1956, um condomínio internacional, a família Rius decide fechar a loja e o casal volta a Barcelona. No entanto, a nostalgia tangerina é perceptível em algum vaudeville inédito de Arquimbau, como “Estimat Mohamed”, que escreve, por aqueles anos, em colaboração com Josep Maria Poblet, outro exilado de Esquerda que voltou a Portugal. No ano seguinte, Rosa Maria Arquimbau publica seu romance talvez mais importante, “Quaranta anys perduts”, resgatada recentemente por Comanegra (ao igual que a maioria de suas obras anteriores, com saborosos e muito documentados epílogos de Guillamon). Mais ou menos por aquelas datas, morreu seu marido, Joaquim Girós, que sobreviveu a um par de décadas, ao que parece, auxiliada financeiramente pela família Rius.

  1. Manter o contato visual com você de forma permanente
  2. Prêmio Prêmio para os Grandes, Sempre no domingo
  3. Cada vez que me chamas, meu coração há um duplo mortal e dança ao som da sua voz
  4. WALKER, J. G., Política espanhola e comércio colonial, 1700-1789, Barcelona, 1979
  5. Wiggins, com uma infecção pulmonar, retira-se
  6. 2 MONACATO FEMININO NO CRISTIANISMO 14.2.1 Fontes
  7. 2 Causas da guerra 2.1 Causas tradicionais
  8. Por Maggie e Hopey

Ex-secretário do Conselho estudantil da academia Kuō, peão de Souna que se tornou um demônio ao usar quatro peões para reencarnar. Está sempre Cheio e tem vontade de dormir com ela e “acidentalmente” embarazarla para que se case com ela. Tem uma Sacred Gear chamado Absorption Line, que contém a alma de Vritra, o dragão negro e um dos 5 Reis Dragões. Uma de suas habilidades é atirar uma linha para pegar alguém.

Vritra Promotion (龍王変化, Vuritora Promōshon?): É a forma de Rei Dragão de Saji. A Vice-presidente do Conselho Estudantil e a Rainha de Sona. Tem uma relação semelhante à de Rias com Akeno. É a quarta garota mais popular da Academia e usar lentes. É uma touka que enfrentou Kiba e Xenovia em diversas ocasiões no Rating Game que tiveram.

Você conseguiu vencer Xenovia, mas falhou em ter vantagem contra o Kiba. Tem uma sacred Gear chamado Mirror Alice (追憶の鏡/ミラー・アリス , Tsuioku não kagami/ Mirā Arisu?). Depois de perder para o Kiba, ela se apaixona por ele.

Prefere lutar com espadas e sua Sacred Gear e deixar os ataques mágicos, o rei e os bispos do seu grupo. Como Rainha tem os poderes da peça, além do poder de seu Sacred Gear que lhe permite refletir qualquer ataque com o dobro de dano, mas não pode fazê-lo de novo durante algum tempo.

Introduzido como o prometido de Rias, Riser Phoenix é um demônio de alta classe e o terceiro filho da casa Phoenix. Quer se casar com Rias para preservar a linhagem de demônios de sangue puro. Tem um recorde alto Rating Games, a ponto de às vezes perder de propósito para lhe fazer um favor a seus aliados. É a cabeça da família Phoenix, assim como o pai de Ruval, Riser e Ravel. Falou com o pai de Rias após a derrota de seu filho às mãos de issei. É a mãe de Ruval, Riser e Ravel. Aparece no volume 10 da novela.

Joana

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