Pepe, O Pai Encanador Que Deu ‘Raça’ A Susana Díaz

Pepe, O Pai Encanador Que Deu ‘Raça’ A Susana Díaz

Venho de uma família muito humilde, trabalhadora, muito trabalhadora, e me deu tudo na vida. Aprendi em casa que os erros há que reconhecê-lo e aprender. ] Eu não vou renunciar a minha condição. Eu venho de uma família muito humilde, trabalhadora, muito trabalhadora, e me deu tudo na vida.

eu Me senti muito orgulhoso do que disse. Hoje não posso ficar com o filho de Susana, porque eu tenho este mau, mas eu sou a que lhe cuida”, diz a mãe. Uma vizinha chamada Pepita entra em cena e diz: “Pepe, Eu sou aqui de toda a vida.

Somos muito humildes. Aprobé casa de Revalidação dos Salesianos e me posicionei como encanador da câmara Municipal, quando completei a idade. O número um dos encanadores”, segundo confessou horas depois, na cervejaria Triana um veterano funcionário. “Era o melhor, muito boa gente, tinha uma equipe a seu comando. Seu irmão também era encanador. E depois, o pai de Susana entrou na Prefeitura”, comenta com um charro de haxixe na mão enquanto ouve do fundo Da Primavera casa-lounge mix rodrigo Dos Criminosos. “O 130.000 pesetas” por mês. “Quando ele entra muito jovem a Prefeitura, ninguém queria trabalhar lá porque é curraba muito e ganhava muito pouco.

  1. a Sua roupa interior
  2. Antonio comentou
  3. O cara da capa
  4. 2005: Zhang Bo São
  5. o Que ninguém sabe
  6. Faça isso por um mês ou mais, se desejar (depois disso, há outros passos na técnica)
  7. “Latin Thugs” – Cypress Hill

O Preto (como ele lhe chama), foi muito trabalhador e, agora, o homem vive tranquilo, sem falar de política. Eu tinha 15 anos e ele 20, e já estava na Prefeitura. Nos casamos em uma igreja de Triana e tem trabalhado muito para que minhas quatro filhas pudessem estudar.

Meu Susana tinha bolsa de estudos. Trabalhava sete ou oito horas”. E “gostava”, diz sua mulher, como filha “da política”. A família não tinha recursos para férias. “Chegavam ajustados a fim de mês. Tenha em conta também que esses apartamentos foram construídos em tempos de Franco para pessoas necessitadas.

Tinham que pagar um aluguel de 37 pesetas por mês e já depois você podia comprar a casa pagando algo mais. Eram do Instituto Nacional de Habitação. Se você vai por aquela rua, você verá o logo do franquismo, a placa com o jugo e o feixe de flechas falangista. Lembro-me de como vinha o funcionário à minha casa pedir o dinheiro do aluguel e minha mãe me disse que lhe dissesse que não estava.

Joana

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