Paul Theroux: “Vocês São Sortudos, Falam Português

Paul Theroux: “Vocês São Sortudos, Falam Português

Para qualquer mortal, cinqüenta anos de viagens na mochila -de aventura em aventura, de experiência extrema em experiência extrema e tiro porque me toca – são muitos. No entanto, por Paul Theroux, que comemora esse aniversário, não passam nem pesam as viagens de um a outro extremo do planeta. O “Tao do viajante” não é um livro de viagem, mas uma viagem através da literatura da mão de escritores que têm narrado suas experiências viajantes. É uma antologia pessoal, porque reúne todos os livros de viagens que li e as experiências que tenho vivido.

Incluindo muitos em Portugal, porque Portugal é um país tão acolhedor que há muitos títulos sobre ela muito bem feitos. Os ingleses têm escrito coisas muito bonitas, então esse é um dos temas que sobressaem neste novo livro meu: Gerald Brenan, V. S. Pritchett, o que se tem escrito sobre Hemingway. Também, claro está, há muitos livros escritos por espanhóis, como Pio Baroja, Cervantes…, muitos. Já que cita a Espanha primeiras, Os espanhóis sempre me pareceu incrivelmente bom. A antiga localização da Europa está muito presente em seu país.

Preserva uma cortesia cuja tradição remonta a muitos anos atrás na História. Voltemos a seu livro. Quais são os escritores de viagens que mais lhe interessam? Você pode viajar sozinho, através da leitura? Muita gente se contenta em ler coisas sobre viagens e satisfaz a sua imaginação; sentem uma certa nostalgia por lugares que nunca vi, e sobre os que apenas leram. Mas eu diria que a viagem em si, a experiência de viajar, só é possível se você sai da sua casa.

  • Mel: “No Bernabéu e em Bilbao
  • Regálame um dicionário, porque desde que nos cruzamos pela primeira vez, me deixou sem palavras
  • UCAM Murcia 81-74. de Málaga
  • Luísa Piccarreta
  • 3 Participação de familiares
  • 2013 – O dream Theater: “Contigo até o final.”

o Que você prefere, os viajantes de verdade ou os chamados “viajantes de cadeira”? Valorizo os dois, porque os “viajantes de poltrona” lêem meus livros e respondem; eu amo. Os viajantes de verdade, os que saem de casa, também me interessam, porque eu quero conhecer as suas experiências. Os dois são importantes para mim e para os dois têm curiosidade intelectual.

E a curiosidade intelectual é uma característica muito importante, talvez a mais marcante, a mais civilizada que se pode ter. Eu acho que essa pergunta é ter feito milhares de vezes: eu Acho que é melhor viajar com um livro de viagens que com um guia normal e corrente, mas Sim, pediram-me muitas vezes, mas não sei fazê-lo.

A gente ainda me pergunta “você” ou “qual é o seu restaurante favorito?” ou “qual é o seu hotel favorito? “mas eu nunca respondo, porque eu acho que se assinalo que é a minha praia favorita, vai encher-se de gente, ou cadastre-se qual é o meu restaurante favorito, vai acontecer o mesmo. É Por isso que sempre digo: “Pregúntenme qual é o meu terceiro restaurante favorito”.

Joana

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