Patricia Arquette, Se Juntaram À Rejeição Da Medida

Patricia Arquette, Se Juntaram À Rejeição Da Medida

A companhia de aviação United Airlines impediu este domingo embarcar três jovens, porque entendia que não iam vestidas adequadamente ao carregar ‘calças’. Dois adolescentes e uma menina de 10 anos, queriam viajar de Denver para Minneapolis, mas foi negado o embarque, a menos que fizessem uma saia por cima da roupa de lycra.

A empresa reivindica o seu direito de impor um código de vestimenta para seus funcionários. E acrescentou: “Desde quando United é a Polícia de como se vestem as mulheres? Patricia Arquette, se juntaram à rejeição da medida. Em um primeiro momento, a empresa arguyó que tem o direito de vetar a entrada de passageiros, se considerar que não estão adequadamente vestidos. Posteriormente, explicaram que as jovens estavam viajando com um cartão de empregados e de que esta tem requisitos especiais. No entanto, defendia a sua decisão no caso que foi produzido a controvérsia. “Estamos preocupados com a maneira em que nos apresentamos diante de todos vocês, nossos clientes, uma vez que pensamos que é parte de sua experiência de voar com a gente.

Um dos benefícios de trabalhar para a companhia é que os nossos colaboradores podem viajar por todo o mundo. Além disso, podem estender esse privilégio a um número escolhido de pessoas que chamamos de ‘pass riders’. Trata-Se de parentes e amigos que recebem o benefício de viajar grátis ou com grandes descontos (…) Quando estão se beneficiando deste privilégio, todos são considerados como representantes da United Airlines. E, como todas as companhias, nós temos um código de vestimenta que exigimos atender aos funcionários e às pessoas que viajam como ‘pass riders’.

AQUI NA CIDADE APENAS DEVEM SER de 20 OU 30 MILHÕES DE SOBREVIVENTES E TÃO SOMENTE UMA QUARTA PARTE DEVEM SER HUMANOS. OS POBRES, OS MISERÁVEIS, ELES SE LEMBRAM DO MEU AMOR. ELES LEMBRAM DE TUDO E MESMO ASSIM, LUTAM PELA SOBREVIVÊNCIA. CURIOSA E TRISTE MAR. AMANHÃ. VOLTAREI A ENVIAR OUTRA MENSAGEM MINHA DOCE SOL. Não, demais casual. – Um avião das linhas aéreas? Não, é muito típico.

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Não, porque ninguém tem fé. Não, voe baixo. – Não, muito vulgar. – Um satélite de reconhecimento? Não, a trajetória é muito distante. Não, muito bondosa. -Pois não me ocorre mais nada. Acha. Algo tem de nos faltar. Não entendo essa sua mania de esconder tudo. É porque se aparecemos com a nossa nave C-2084 na Terra, ninguém acreditaria que existimos. Três municípios que seguem o sol, e debaixo de seus braços, na sombra descansam 2084 e 1977, depois de uma longa caminhada através de oliveiras e sulcos de terra.

Desfrutam de uma limonada fresca e de uma fatia de pão fresco e de lombo e os tomates e maçãs, que têm trazido em sacos de tela a partir das tiendecillas de Puentedulce. Lá descansam, sem admirar os trens nem os centros comerciais. Não podem pensar em ficheiros ou discos extremidade óptica, ou em fibras ou condutores. Em sua memória, não existem, não foram intoducidos como objetos identificáveis. Só existe um objetivo em sua mente, manter o equilíbrio de seu habitat e procriar divisores de 2084 por 1977. Enquanto, outros, como eles fazem o mesmo em outras regiões perifericas segundo tenham previsto os organismos estatais.

Joana

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