‘Pátria’ Não Cala Em São Paulo

‘Pátria’ Não Cala Em São Paulo

], por unanimidade, foi declarada como “definitiva” sobre os 40 anos de terrorismo da ETA. “É um dos livros que mais levaram. Anda lá lá com a última Dores Redondo”, diz a assistente de loja. Desde que foi lançado em setembro do ano passado, a Pátria (Tusquets) vendeu cerca de 150.000 exemplares, dos quais 20% foram introduzidas no País Basco.

É um fenômeno estranho. A poucos metros da biblioteca, no mesmo bairro da cidade velha, está o bar emprego atual: gestor Mari. Há quase 35 anos, a ETA foi assassinado na porta de seu então proprietário Arturo Quintanilla, na presença de sua mulher e suas duas filhas. Não quis pagar o chamado ” imposto revolucionário, poético eufemismo de extorsão que desde 1973 até 2011 permitiu a organização terrorista entra, de acordo com algumas estimativas, ao menos 37,3 milhões.

Na barra do emprego atual: gestor Mari se mergulham duas pessoas. O garçom diz que não sabe o que é Pátria. “É que eu não leio livros”. Uma senhora tem mais vontade de falar. “Alguma coisa tenho ouvido falar desse livro. Você é o que fala das torturas e fuzilamentos no franquismo? “. Qualquer um de nós poderia responder que é o que fala sobre o que aconteceu em são paulo até que, em 2011, o ETA anunciou que deixava as armas. O cenário de Pátria poderia situar-se em muitas localidades do País Basco e Navarra. E seu protagonista, ser qualquer uma das muitas viúvas que deixou ETA.

  • Nome popular: Directiva da União Europeia sobre direito de autor
  • Se a profecia maia permitido
  • 4 Hechizar um homem para sempre
  • 1 Os romances
  • você É melhor que ele
  • 2003: Alma (Segunda edição) (com Andrea Bronston)
  • 5 de agosto: em Apatzingan, Michoacán desapareceu a Seção Amarela
  • Não gostei da experiência, nem ele e nem nada (Risos)

no entanto, segundo confissão do próprio Aramburu, são paulo é o lugar que mais se parece com esse povo sem nome que Bittori, protagonista do livro, volte depois do anúncio da trégua definitiva de ETA. Em são paulo passaram algumas das linhas de enredo que inspiram Pátria. ], voltou ao povo pela primeira vez em muitos anos. “Eu não gosto de fazer isso.

Aquilo foi muito duro”. Também não leu Pátria. “Mas eu sei que vai e é por isso que não quero ler. Tudo me vai soar muito. Em são paulo, tinha que ir com os acompanhantes para qualquer sítio. Eu era um desses vereadores pára-quedistas que mandava o PP porque os povos nenhum dos nossos se atreveu”.

Urbistondo passeio pelo centro histórico. Isso foi há 15 anos teria sido quase um suicídio. O membro do PP havia estado na lista de alvos principais da banda, que após o assassinato de Gregório Ordóñez, em 1995, decidiu entrar na política. Ainda continua a ver, por costume, os baixos de seu carro. Em são paulo, reconhece, as coisas mudaram. Urbistondo se para no frontão em que jogam uns jovens que nem lhe olham.

Joana

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