Paixão E Poder

Paixão E Poder

Os ‘grandes homens’ do século XX, não só foram famosos por suas vitórias e seu poder nos países em que eram ditadores. Lenin, Mussolini ou Hitler também sentiram fraqueza por alguma mulher, se apaixonaram e fizeram, estupidez. O livro ‘As mulheres dos ditadores”, de Diane Ducret, há um regresso a faceta mais pessoal de suas vidas. O ‘Duce’ era um conquistador.

Tinha uma máxima de vida: “Impressionar e seduzir”. Conta Ducret em seu livro que Mussolini perdeu a virgindade com uma prostituta e, a partir desse momento, toda mulher que se encaprichaba tinha em seus braços, quisesse ou não. O casanova italiano forçou várias meninas a manter relações com ele.

Se casou com Rachele Mussolini -“com ela quase nunca houve amor”, segundo suas próprias palavras – e foi jogado junto com sua amante, Clara Petacci. Teve muitas relações extramatrimoniais. Lenin sempre esteve cercado por mulheres: sua mãe e sua irmã sempre o protegeram. Mesmo quando esteve preso, sua irmã, que tinha que deixar São Petersburgo e consciente de que só uma família ou namorada poderia visitá-lo, escolheu Apollinaria Yakubova para que se fizesse passar por sua noiva.

Logo substituído por Nadia Krupskaia, que se casará, mas de que nunca estará realmente apaixonado. Uma de suas conquistas, Issa, terá uma grande amizade com Nadia, dando lugar a uma espécie de ‘menage à trois’ durante seis anos. Nadia seria sua ‘mulher’ oficial, mas não é a única que passou por seus lençóis.

Kato foi a primeira mulher do ocupado Stalin. Este, mais inclinação de suas atividades revolucionárias que sua esposa não está presente em sua morte. Nunca o perdoará, e até mesmo é fotografada chorando junto ao seu cadáver. Logo se esquece disso e, durante o seu exílio, torna-se quase em um libertino, sem, no entanto, nunca vai se sentir à vontade com o seu corpo até o ponto de trucar as fotos oficiais.

Volta a casar-se e, apesar de ser um homem infiel, não tolera o mesmo de suas mulheres sem enganos por todas as partes. Passará suas duas últimas décadas, junto a Valentina, sua ama de chaves. O ditador português mudou o seminário pelo curso de Direito. Uma mulher, Felismina, fez com que mudasse de opinião. Ambos tiveram um romance um tanto bucólico e infantil até bem depois dos 30. Ele se cansou. Ela “tornou-se o objeto de seu amor”.

  1. 10 (discussão) 02:05 4 fev 2018 (UTC)
  2. 2 – Se alguém se interessa, não deixe passar mais de 24 horas
  3. O que aproveita para se vangloriar
  4. pot-pourri (Cheira a perigo; Vai-te já; E acontece que eu te amo; Se eu tivesse conhecido um pouco antes)
  5. 6 O medo dos espanhóis

Salazar renunciou ao casamento porque “não estava disposto a fazer concessões por nenhuma mulher”, mas sim teve amores ocasionais. Foram muito numerosas as suas conquistas, mas ele “não tinha um amante, se não lhe era de interesse político”. Como no caso de Stalin, que seria a sua ama de chaves que aconteceria com ele seus últimos momentos.

O “novo rei de África”, imperador do Congo Francês, teve uma vida cheia de mulheres. Apesar de que Catherine Denguiade se torna sua esposa oficial e afirma “não poder prescindir dela”, o ditador casou-se mais de meia dúzia de vezes (paralelamente ao seu casamento oficial). O imperador chinês jurou que nunca se casaria, porque “lhe horrorizaba o sistema desumano de exploração que é o casamento”, mas, no entanto, casou-se várias vezes. Primeiro foi Kaihui, ela não aguentava não ser a única na vida de Mao, mas agia como se nada.

Posteriormente, durante o seu exílio e mesmo estando casado com Kaihui, se casaria com outra jovem. Mao não assistiu à morte de Kahui e foi então que se deu conta de que era seu ‘grande amor’. Foram muitas mais as amantes de Mao, apesar de estar preocupado se tinha problemas de impotência. Este, para se deitar com elas, fazia uma seleção de mulheres provenientes de famílias de camponeses pobres que o consideravam o messias. O ditador romeno dividiu a sua vida com Elena, uma jovem de classe baixa, que tornou-se uma espécie de Eva Perón.

Em sua opinião, o maior honra das mulheres deveria ser “parir, dar a vida e criar os filhos”. Juntos sentam as bases de como deveria ser a nação e estabelecem regras para aumentar a população, enquanto que eles levam uma vida de luxo, sobretudo, pelos inúmeros caprichos dela.

Joana

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