O Telepredicador Do Islã Em Português

O Telepredicador Do Islã Em Português

Com o seu suave tom de voz e seu discurso articulado, é capaz de encantar a enormes auditórios. Muhammad Isa García nasceu na Argentina e vive na Colômbia, mas é conhecido muito além, como um dos estudiosos do islã -sunita – do mundo de língua espanhola. Traduzido do árabe inúmeros textos relacionados com a religião, e acaba de ser reconhecido como um dos 500 muçulmanos mais influentes.

algumas semanas Atrás, dividia seu tempo com os “irmãos” de Ceuta, onde, como em Madrid e muitas outras cidades do mundo, tinha vindo para ministrar palestras e responder às dúvidas dos muçulmanos. Isa García, que passou dez anos estudando em Meca (Arábia Saudita), tem barba, mas veste ‘ocidental’ e está casado com uma mulher que adotou o islã há 10 anos.

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  3. Se me dessem a escolher entre o meu mundo e você, escolheria meu mundo porque o meu mundo é você
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  7. Registado em: 28 jun 2011

Desde há alguns meses, colabora com a cadeia televisiva Córdoba Internacional -propriedade de um xeque saudita e dirigida aos muçulmanos de língua espanhola, com sede em Madrid, onde tenta fazer compreensível para todos a mensagem do islã. PERGUNTA.- Você acha que faltam vozes credenciadas no islã que sirvam de referência no Ocidente? Um menino beija ao erudito. RESPOSTA.- Sim, dão-se vários problemas. Um é o do idioma, não há muita gente conhecedora do islã que fale português.

Mesmo muitos ímãs que vêm e estão muitos anos aqui não chegam a aprender porque se mantêm dentro do gueto árabe. O outro problema é que não têm uma compreensão da carga cultura do lugar em que se encontram. Precisamente por isso muita gente se dirige a mim, para formular suas perguntas, porque eles sabem que eu posso entender o contexto em que se encontram.

A mim me acontece quando me tornei muçulmano, lhe fazia algumas perguntas ao ímã, mas ele não podia entender como aconteceram comigo esse tipo de coisa. P. – O desconhecimento é o primeiro inimigo do islã? P. – Não sei se o primeiro, mas é um inimigo importante. Muitos dos preconceitos e os problemas vêm de que os muçulmanos não fizemos bem a tarefa de explicar o que somos, o que nós, quais são os nossos princípios. A gente sabe do islã através de nós, mas o que se diz de nós. E muitas vezes essas informações estão baseadas em preconceitos culturais e, como em Portugal, contadas com recurso rancor ou medos históricos.

Este último não o temos na América Latina, mas sofremos o problema da desinformação. O muçulmano só é notícia quando há um atentado terrorista identificado como islamista. Conscientemente ou não, isso ajuda a que a brecha se abra cada vez mais. P. – Na América Latina, os preconceitos migratórios lastran mesmo que em Espanha a imagem do islã? R. – Na América Latina, os primeiros imigrantes árabes na época dos anos 50 se integraram muito bem e chegaram, inclusive, a postos de poder. Isso fez com que a identificação do islã não fora sempre diretamente com a imigração, como em Portugal.

Joana

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