o que você Prefere, Sentir Ou Recordar?

o que você Prefere, Sentir Ou Recordar?

se o navegador asfixiado de peixe e rede. E aconteceu de repente, como quase tudo o que realmente marca as nossas vidas. Fui para aquela citação por obrigação, apenas por cumprir com o meu dever, impaciente, por que tudo acabar. No começo, tudo se desenvolveu de acordo com o esperado. Alguém veio em nossa ajuda.

Ela não poderia viver o que aconteceu. E mergiendo de um cabo a minha tela. D escomunal quantidade de informações. É hoje que vivo. E quando voltam, tudo mudou. A que vive a vida. E aconteceu de repente, como quase tudo o que realmente marca as nossas vidas. Fui para aquela citação por obrigação, apenas por cumprir com o meu dever, impaciente, por que tudo acabará.

No início tudo se desenvolveu de acordo com o esperado. Alguém veio em nossa ajuda. Ela não poderia viver o que aconteceu. Rima com rima, Não o tomeis a sério. Amanheceu. Voltou o navegador asfixiado de peixe e rede. Existe um lugar, o outro lado de si mesmo. Um dia lié o backpack com meus mapas sonhada, uma escuna de vidro e com um fardo cheio de tempo, o meu tempo. E lá fui eu. No início, parecia um explorador de ilusões, todo vestido de curiosidade.

Os meus dizem que eu tenho a cabeça para pássaros, e será. Mas eu vou para o Caribe, o Triângulo das Bermudas, para a Patagônia, dependendo de onde caia o dado sobre meus mapas. Então lhes conto e rir, ria da minha irmã, quando ria, antes da “narcolepsia”, diz o doutor obtuso amigo de meu pai, não menos lerdo do que ele. O caso é que agora só dorme, caiu na rede de Hipnos e ali em sua caverna. Já a procuro, mas essas terras são tão obscuros que não consigo ver nada.

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  • (ISBN 4 – 08 – 848415 – 0 Primeira edição publicada em 30 de outubro de 1995)

Se diria que sonha belo, pois os seus postais são muito líricas. Agora, diz que é Annabel Lee. Será se ela quer. Dizem que eu terminarei como ela, mas colocam uma careta preocupada. O sabor de seus beijos. As carícias de suas mãos. A paz do seu olhar. Se você levou o fim do verão, dançando ao compasso das folhas volanderas. Sempre me preocupou ser uma sardinha.

Sempre me preocupou ser uma sardinha. Se você mover as letras, mover as idéias. Se você diz “poesia” fala de sentimentos. Se você diz “possuía” fala de algo que aconteceu. o que você prefere, sentir ou recordar? Ou é o mesmo ? A rede não vai encontrar a resposta. Rede. Por que você vê? E mergiendo de um cabo a minha tela.

D escomunal quantidade de informações. Era uma manhã ideal, mas os patos daquele lago simulando fantasmas coloridos por uma febre aquiescente e irreal. Deitado sobre a relva cheguei a minha vida com fúria e estupor, com cinza de saudade e embarrulado desdém. Sentia o spleen de madrid, e também a rede multiforme de recordações que desaparecer para um em um ” eu ” que desperdiçou por uma entidade desconociday distante. Ia ser o meu último poema, o da felicidade e a calma, o horror e a lembrança. Sem mais demoras, retuve o papel em minha mão, que me empurrava para escrever, também retuve as empozoñosas palavras que pululam por minha mente:verde, morro, abril, fúcsia, chuva,patos, redes.Mas nada saía de lá.

Ficamos lá a tarde toda besándonos, nos amando e olvidándonos assim um do outro.Nos refugiamos em nossos corpos para exorcizar a felicidade de ter tido sempre. Eu disse:”eu te conheço, tu a minha não”. Nos despedimos, foi assim que acordei do meu sonho e nunca mais voltei a escrever poesíe, apenas lê-la, além de viver. Ontem eu estava em Madrid, hoje levantei-me em Londres. O que tenho notado ao acordar. A primeira vez, desde há dias que eu tenho dormido. Quinze graus em vez de trinta, e as pessoas na rua vestida como se fizesse cinqüenta. Em vez de Atocha, em madrid, o metrô me deixou em Liverpool Street.

Joana

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