“Nunca Pensei Que Tivesse Tão Boa Imagem Em Portugal”

“Nunca Pensei Que Tivesse Tão Boa Imagem Em Portugal”

Quase dez anos depois de conceder um prêmio Donostia por toda a sua carreira, no Festival de San Sebastian voltou a receber a Annette Bening como convidada de honra. O compartilhar de um mesmo sentido da realidade? Nosso filme não está rodado de uma forma pouco convencional, assim que a única coisa que me preocupou foi o ponto de vista da minha personagem”. “Os prêmios são lindos, mas o puro trabalho é o que me interessa cada vez mais”A conversa com a artista teve lugar no hotel Maria Cristina da capital donostiarra.

A última vez que ele pisou não tinha ganho nenhum Oscar, e, em 2013, essa situação se mantém inalterada. Você acha que ela merece depois de quatro nomeações? “Não”, assegurava rindo. “Minha relação com os prêmios mudou ao longo do tempo. A primeira vez que fui relacionada com os Oscar foi há 23 anos, era um mundo completamente diferente, agora há muito mais ruído mediático.

Essa parte dos prêmios é um pouco angustiante e desasosegante. Os prêmios são lindos, o reconhecimento é fantástico e a sensação é realmente boa, mas não são tão importantes como o puro trabalho. Isso é o que me interessa cada vez mais”. Annette Bening dizia sentir-se feliz por não ter de começar sua carreira na era da internet: “Se você está apenas começando e se lança a esse furacão de atenção pública pode ser muito complicado”.

“Talvez à medida que avança a trama torna-se mais irracional, mas não acho que a mulher que o papel esteja louca. Primeiro, vá a esse homem, depois o persegue, e o encontra, e se depara com ele, e essa experiência se torna para ela quase uma droga.

É como beber um elixir mágico que lhe abre os olhos”. E como vive a fama em casa? O confronto diário, na rua, com os fãs que a reconheceram e saúdam? “A maior parte do tempo, as reações são muito positivas”, disse. “Muita gente que não me reconhece na rua, e se o fazem é para ser gentil. Não é algo intrusivo, de fato tento ignorá-lo. Algumas vezes eu desejava ser anônima, mas agora já não me preocupa tanto.

Estou mais acostumada a me ver e me reconhecerem, minha vida não para”. Aqui há alegria, amor pelo cinema, e eu Nunca pensei que se sentia tão bem de mim! “. Para terminar, contava que desde que veio para Portugal, eu teria gostado de ficar mais dias, mas que as obrigações familiares fazem-no voltar para casa o quanto antes.

Não há quase pintadas. ]. Só na passagem que leva à herriko taberna, na Pátria chamada a Arrano, há dois murais que lembram os terroristas hernaniarras presos. Na barra é familiar mealheiro para os presos e um cesto onde se vende por um euro a um exemplar de O manuscrito e carmesim, de Antonio Gala. Tudo para a causa. Lá também não se lê Pátria.

  • A baunilha
  • 15-Até que ponto chegou o conflito entre ambos
  • Como afeta a vergonha em sua vida pessoal e profissional
  • Registado em: 22 fev 2012
  • Acordo Ashpa Nokayshpa (20 de maio de 2010) em Vez de Díaz
  • “Let’s Get It Started” – Black Eyed Peas

Nem há interesse. Nem o título, como adverte cordialmente a responsável de comunicação do presidente da câmara, Luis Intxauspe, de Bildu, que, em 2015, voltou a ganhar por maioria absoluta. Alguns vizinhos jogam às cartas, em são paulo. Na rua, uma senhora se queixa da imagem que os meios de comunicação dão do povo.

“Parece que aqui andamos com pistola todo o dia e não é bem assim. Nem agora nem antes. Eu, como não me metia em política, nunca tive problemas, exceto quando houve uma manifestação e tinha que ficar em casa de alguma amiga porque os policiais atiravam bolas de borracha”.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: