Mevalco, Os Melhores Sabores De Portugal Para Conquistar Os Paladares Britânicos

Mevalco, Os Melhores Sabores De Portugal Para Conquistar Os Paladares Britânicos

O mercado britânico é um lugar difícil de conquistar mais e mais para uma pme. Em uma economia tão madura e desenvolvida como a do Reino Unido, tornar-se um buraco é jogar em uma liga muito competitiva onde entrar supõe rivalizar com produtos e empresas de todo o mundo. Um cenário que não intimidou a Davi Menéndez, um asturiano disposto a seduzir os britânicos -homens e mulheres – pelo estômago com produtos cem por cento made in Portugal.

A papelada. Criar ou fechar empresas no Reino Unido é mais fácil que em nosso país. Mevalco nasce em 2007 na cidade inglesa de Bristol, no sudoeste do país, onde continuam tendo sua sede. A matéria-prima da gastronomia espanhola é muito boa e variada e é uma lenda urbana que os britânicos não gostam de comer bem. A fé move montanhas.

Menéndez-proença de carvalho e seu sócio, outra asturiano, Daniel Vale, amigos desde a infância e complementares no profissional -veterinário e um economista o outro – confiavam na viabilidade do seu projeto. Depois de uma década, muito esforço e alguns dissabores, os números de negócio avalizam. Fizeram seu primeiro milhão de libras -e-de-euros – e crescem a um ritmo anual de dois dígitos. Menéndez-proença de carvalho relembra sua carreira profissional até criar o seu próprio negócio. Ao terminar a sua relação de trabalho, empreende a sua aventura empresarial.

Sua experiência anterior lhe servira para dar-se conta de que, no Reino Unido, “há uma variedade pequena de produtos espanhóis, não se dá bom serviço e há uma área, Cotswolds, que poderia ser uma boa oportunidade”. E lá também , no distrito de Tetbury, está The Highgrove Shop, boutique do herdeiro da Coroa britânica, em que se comercializam produtos naturais e artesanais da própria fazenda, o principado. Descobre que nesses bucólicas paisagens é “onde mais azeite de oliva é consumido, assim como bacon e chouriço”.

Seu amigo e parceiro, Vale, projeta o plano de negócio e começam com um capital de apenas 50.000 euros. “As coisas funcionam bem, a demanda de produtos aumenta e nos coloca em uma encruzilhada difícil. Precisávamos ampliar o capital”, lembra Menéndez-proença de carvalho. E, como qualquer empreendedor anglo-saxão que se preze, recorrem às fontes de financiamento mais próximo: friends, family and fools.

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As três efes: amigos, familiares e conhecidos -os loucos da terceira efe em inglês – dispostos a dar-lhes um voto de confiança e os euros necessários para continuar. Entre todos juntam 80.000 euros. Menéndez-proença de carvalho explica que “era muito difícil esperar que os caminhões chegaram à fazenda que alugamos no campo.

No ano seguinte, em 2008, montamos nosso primeiro armazém e ficamos cinco anos”. Evoca, com orgulho, que “nós fomos os primeiros a introduzir o porco ibérico fora de Londres”, que trabalhava à porta fria com restaurantes locais, porque “quase não havia locais espanhóis. A concorrência com produtos franceses e italianos, com um marketing muito trabalhado, era bestial “.

Joana

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