Marvel’s Demolidor Temporada 2

Marvel’s Demolidor Temporada 2

Ontem o Netflix punha à disposição de seus clientes a tão esperada segunda temporada de “Marvel’s Demolidor”, cuja primeira temporada conseguiu conquistar não só os fãs do personagem, mas também à crítica e ao público em geral. Com a premissa de incluir elementos como Punisher, Elektra ou a Mão, o certo é que as expectativas para o retorno do Homem Sem Medo estavam muito altas. Você começa a série voltar a dar-nos uma temporada de qualidade? Antes de começar, vos informamos que esta crítica não contém spoilers, em sua maioria, da segunda temporada de “Marvel’s Demolidor”. Em qualquer caso, se em algum momento ou do n.o pontual vemos preciso mencionar algum spoiler da temporada, vos poremos sob aviso.

Mas não devemos nos enganar, estamos diante de algo muito diferente do que vimos na temporada passada, ao menos no que diz respeito ao tipo de histórias se refere. Mas metiéndonos de cheio em três pilares que discutimos nesta temporada, toca falar dos pratos fortes da temporada. Convém que o que não tenha visto a temporada ainda tenha em conta que, apesar do que alguém poderia pensar, esperar, não estamos perante “a temporada de Punisher” ou “a temporada de Elektra”.

Outro aspecto inovador na série e que já nos foi adiantado antes do lançamento, sem qualquer problema, é a inclusão de tramas românticas, fator que não teve lugar na passada temporada. Por último, é preciso mencionar também que, nesta época, a profissão de nossos protagonistas esteve muito mais presente do que no ano passado. Portanto, a nível de enredo, podemos afirmar com quase total segurança que, se a primeira temporada você gostou, esta também deslumbra.

“Marvel’s Demolidor” aposta em sua segunda temporada, por pouco mais de história em quadrinhos, sobre (mais ainda) o material do que vem sem um segundo a perder a sua identidade como uma série, porque, no fim de contas, isto é Demolidor. Também é necessário mencionar que, em algumas coisas, a série ainda tem melhorado algumas coisas (que realmente não precisavam ser melhoradas, mas lá fica isso). Sem ir mais longe, o ritmo da própria temporada, que é mais frenético e vivo desde o primeiro capítulo, o que ajuda ter todos os personagens estabelecidos, e perfeitamente definidos.

A vantagem de as sequelas. Como sempre, vamos dedicar um breve n.o ao final da temporada, por isso que, neste número, de maneira excepcional, sim, a incluir spoilers da temporada em geral. Entrando na matéria, depois de uma temporada de muito diferente em alguns aspectos ao anterior, podemos dizer que o final de temporada também tem sido diferente ao da temporada passada.

nesta ocasião, a série tem apostado por um final mais “pessoal”, por outro lado, algo lógico, se não temos nenhum rei do crime que derrubar. Desta vez não há nenhuma cidade desbaratada, não há grandes vazamentos de furgões blindados, nem perseguições estonteantes… Mas nem por isso é menos épico.

  • o Nosso vínculo é mais forte que o próprio sol e mais terna do que a canção dos pardais
  • Timandra – O arquiteto principal (primeira aparição: Wonder Woman #38)
  • 2 Personagens Principais
  • Córdoba: Germán Pacheco confia no sucesso
  • mais Um dia
  • Então, talvez seja uma fuga, um modo de evitar sofrer por amor…
  • Melhor Série

Por outro lado, é impossível não desejar que Ele tivesse estado mais envolvido no último capítulo desta temporada. E isso nos leva a outro dos pontos que mais podem irritar os fãs de quadrinhos (um servidor incluído). Por que temos que esperar sempre o último capítulo para ver os ternos definitivos dos personagens?

Seguindo pelos personagens estrela desta temporada, podemos dizer que voltamos a estar em uma temporada de origem. Tanto Elektra como Ele não são os que conhecemos nos quadrinhos, exatamente, simplesmente porque ainda não o são. No entanto, tem o mérito que assim possamos reconhecer perfeitamente a ambos os personagens quanto à forma de ser, refere-se, mas é provável que mais de um, espera-se ver outra coisa.

O que escreve estas linhas é um verdadeiro fã de Punisher, desde há anos, e o certo é que o que é justo é dizer que estamos diante de um Punisher muito mais humanizado, mas não por isso menos letal, inteligente e brutal. Não sabemos se é porque estamos indo para a sua origem ou se é que se tomou a decisão de dar um pouco mais de humanidade a um personagem complicado de tratar precisamente por sua falta de humanidade.

Por sua parte, Foggy Nelson e Karen Page não perdem força em absoluto com relação a suas versões do ano passado. Já mencionamos na análise de sua primeira temporada, o bem sucedido que tinha sido dar identidade própria a esses dois personagens, e não transformá-los apenas em extensões do protagonista. Este ano, ambos seguem em frente com o seu desenvolvimento e, precisamente, demonstram com mais força ainda, que são personagens independentes que podem dar muito de si por si mesmos.

Joana

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