Gil Grissom Volta, CSI Las Vegas Vai

Gil Grissom Volta, CSI Las Vegas Vai

Horatio Cane não teve uma despedida em condições. Fecharam o bar, em 2012, e nem sequer pôde ser marcado um monólogo nas praias de Miami. Não teve esta sorte Mac Taylor, um ano mais tarde, em Nova York. Mas Jerry Bruckheimer, produtor da franquia CSI, sabia que Las Vegas era outra coisa.

Não somente havia sido o primeiro laboratório em aberto, mas que foi uma peça fundamental na mudança de percepção da televisão. E o que melhor do que um filme para a televisão, com Grissom de protagonista para dar o fechamento? Quase sete anos se passaram desde que William Petersen abandonou o set de filmagem da série.

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Levava nove temporadas interpretando a personagem Gil Grissom, o médico legista mais emblemático da tv, e queria se concentrar em outras áreas como o teatro e a produção. Mas não existia um mundo em que CSI: Las Vegas pudesse despedir-se sem o senhor dos insetos e, como produtor executivo da série, prestou-se a participar em uma última aventura.

É a Lady Heather, que traz de volta quando passa a ser a principal suspeita de uma explosão em um cassino da cidade. As provas apontam para que a dominatrix, que se transformou em uma psicóloga poderia estar por trás do atentado. Poderia ser que, depois de viver a morte de sua filha e sua neta, finalmente, tenha-se passado para o lado negro?

O canal CBS, que não costuma ter problema em fechar as séries de forma abrupta, não queria prejudicar a imagem de uma marca que foi um fenômeno em torno do globo. De momento constitutiva três spin-offs (CSI: Cyber é o único que permanece no ar) que representam 785 horas de televisão (e contando).

Só Lei e da ordem, criada no final dos anos noventa, pode-se argumentar maiores realizações. Provavelmente House não existiria sem os valores de produção de CSI: Las Vegas, que permitiam entrar nos cenários do crime e os corpos das vítimas com todos os detalhes. Os efeitos visuais e sonoros criados escola, que até esse momento eram incomuns na televisão.

Joana

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