Eugenia De Montijo

Eugenia De Montijo

Maria Eugenia Palafox portocarrero y e Kirkpatrick, condessa de Teba, mais conhecida como Eugenia de Montijo (Granada, a 5 de maio de 1826-Madrid, 11 de julho de 1920) foi imperatriz consorte dos franceses, esposa de Napoleão III. Em 1835, Eugenia foi enviada à França para estudar no Convento do Sagrado Coração e, em seguida, no Gymnase Normal, Civile et Orthosomatique, recebendo em ambos uma profunda formação católica, que a acompanharia até o final de sua vida.

No ano de 1837, teve uma curta e desagradável estadia em um internato em Bristol, no sudoeste da Inglaterra. Dão-Se por certas as circunstâncias de que quando tinha cerca de 12 anos, uma velha cigana do Albaicín granadino, aproximou-se dela pera ler as linhas da mão, e predisse que viria a ser rainha.

Dez anos mais tarde, já em Paris, o Abade Brudinet, que exercia o seu ministério pastoral junto à quiromancia, visionaba na mesma mão uma Coroa Imperial. Desde Madrid, Eugenia pôde seguir as vicissitudes de sua tenaz pretendente que, uma vez coroado Imperador, pediu, repetidamente, que as Montijo acudiesen às suas propriedades parisienses.

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Eugenia, com habilidosos e rápidos reflexos, respondeu: “Pela Capela, Senhor, pela Capa”. Previamente Napoleão havia sido rejeitado pela princesa Adelaide, sobrinha da rainha Vitória, e por isso este comentário foi visto com certo sarcasmo desde a Grã-Bretanha. Os jornais desse país foram realizados comentários sobre a união entre um aristocrata de reconhecido linhagem com um membro da família Bonaparte. No domingo, 29 de janeiro de 1853 Eugenia se veste de cetim cor de rosa e um toque de jasmim para o casamento civil no Palácio das Tulherias.

Foi registrado o casamento no Salão dos Marechais (Salle des Maréchaux), às 20 horas. Eugenia de Montijo, que pena, que pena, que vai de Portugal para ser Rainha. As lises de França, Granada deixa, e as águas do Darro (rua), do rio Sena. Eugenia não tinha nascido princesa, mas logo soube colocar-se à altura das circunstâncias.

Ninguém botava já menos a princesa de sangue real que tanto se desejou. Os recém-casados passaram a lua-de-mel no Castelo de Villeneuve-du-rhône, no Marnes-o, no coração de Saint-Cloud, onde a imperatriz quis ocupar o quarto da rainha mártir, Maria Antonieta. Entretanto, a condessa de Montijo, mãe da imperatriz Eugênia, que se preparava para voltar a Portugal, pois o seu obcecada missão já estava cumprida.

Em dezembro de 1854, sofreu um aborto, e apesar das constantes infidelidades de seu marido, voltou a ficar grávida pouco tempo, e voltou novamente a sofrer outro aborto. As contínuas aventuras do Imperador irritaban da Imperatriz, mais do que por inveja, por o escândalo, que Eugenia não podia transigir pelos princípios de sua educação católica e porque identificava a lealdade com a honra. Eugenia tomo boa nota, tentou e conseguiu.

Depois do processo da almofada Eugenia ficou grávida. Em 16 de março de 1856, depois de um longo e doloroso parto, Eugenia deu à luz seu único filho, Napoleão Luis Eugenio João José Bonaparte, que recebeu o título de Príncipe Imperial. Para celebrar a boa nova, Napoleão III, anunciou uma nova anistia para os revolucionários, de 2 de dezembro.

Joana

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