‘Eu Sou Muito Independente Como Mulher E Como Artista’

‘Eu Sou Muito Independente Como Mulher E Como Artista’

Com ela falamos de seu novo disco, ‘Outra coisa’, suas manias criativas e a sua gravidez, que como ela diz, “é muito pouco”. A cantora mexicana, que se confessa “fã do grupo espanhol Charades”, está tranquila, feliz em sua pele e satisfeita com seu último trabalho. Depois de três Grammys e seis milhões de discos vendidos, Julieta Venegas continua libertando a autenticidade de sempre. Pergunta: o Que tem de diferente ‘Outra coisa’?

Resposta: Bom, eu não coloquei este título porque o disco fosse ser muito diferente dos anteriores, mas porque sentia que o momento presente era diferente. Simplesmente me sentia em um momento diferente. Esse álbum tem muito que ver com o ‘Unplugged’, onde eu descobri muitos arranjos e instrumentos. Foi muito importante fazer isso com o tempo, sem ter a pressão de ter que entregar, em dois meses. P: Eu li que para compor gosta da cotidianidade.

Como é um dia na vida de Julieta, quando está compondo? R: Estou muito em casa. Sou tempranera. Cedo, faço os recados, leio muito e me ponho a escrever. Mas como uma rotina. Eu acredito mais na inspiração que vem de um trabalho de sentar-se para escrever como parte de sua rotina diária.

P: Eu gostei muito do seu vídeo clipe de ‘certo ou errado’. Parece um paraíso em que as mulheres são completamente felizes sem a existência dos homens. R: Sim, é um vídeo muito feminino. Mas feminino bizarro. Vai muito bem com o que eu colocava no disco. É misterioso. E tem um jogo muito simpático com as flores e as borboletas.

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P: Você Tem algum significado que as meninas do vídeo defequen borboletas? R:(Risos) Bom, é um jogo que tem muitas leituras. Não tem um significado concreto. É curioso que para cada um significa uma coisa. A intenção do diretor do vídeo, Agostinho Alberdi, era a de que parece que as meninas davam à luz borboletas.

Eu disse que não iria entender. Há muita gente que interpreta como que se estão lançando gases de borboletas. P: você Se considera feminista? R: Não exatamente. Sou como sou, graças ao feminismo, que nos trouxe a independência das mulheres. Minha personalidade é muito independente como mulher e como artista.

Joana

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