“Eu Nunca Estive Mais Feliz Em Minha Vida Afetiva, Como Desde Que Eu Sou Poliamorosa”

“Eu Nunca Estive Mais Feliz Em Minha Vida Afetiva, Como Desde Que Eu Sou Poliamorosa”

Poliamor: Você pode amar dois casais de cada vez? Karen Moan completou 42 anos. Boa parte deles, pelo menos a metade, tem se dedicado a buscar a felicidade. Como a maioria, desde pequena deram algumas pistas para encontrá-la: devia ter a forma de príncipe encantado, ser educado, atencioso, bom na cama, melhor pai, sensível, trabalhador… e, muito importante, ser apenas para ela. Olhou, tentou… mesmo acreditou ter encontrado várias vezes, mas uma e outra vez desapareceu. Até que há dois anos descobriu que a felicidade nunca tem uma única face.

, Mas duas, três… Para saber quantas. Cruzou-Se com duas DJ e descobriu que “se pode amar mais de uma pessoa”. O elixir do bem-estar, a plenitude e a felicidade é o poliamor. “Foi tudo por acaso. Quando os conheci, não me fiz que isso aconteceria. Mas em um minuto em que eu estava no quarto dos dois me dei conta.

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Eu fiz uma relação com eles dois, começamos a pensar em fazer coisas juntos. Naquele momento, tudo era maravilhoso. Eu Nunca fui tão feliz como desde então”, diz Karen, que além de poliamorosa é jornalista e residente em Madrid. Atingida por essa catarse interior e sexual, deixou o emprego há um ano para converter a sua turbulenta experiência vital na novela e ajudar ao resto do povo, também as leis vigentes”, a melhorar a sua vida.

Ilustrada por Álvaro Coax, intitula-se “The Moan Clube” e constitui uma mistura forte de relato erótico, livro de auto-ajuda, poesia, fantasia e provocação. Uma publicação corajosa e polêmica sobre as relações múltiplas, em que a autora se submeteu a um nu integral de seu corpo e de sua alma. O The Moan Club é um livro autobiográfico? O personagem protagonista é chamado como você e escreve um relato como o romance mesma.

É uma mistura. Karen é um alter ego meu, e alguns personagens do livro têm uma base real. O que acontece a ela tem a parte de imaginação e realidade, mas não quero dizer o quanto. Nem mesmo eu posso dizer o quanto de Karen há em mim e quanto é fictício.

Nem eu o sei. Creio, além disso, que esse mistério é parte da curiosidade da história. Como se passa de ser monógamo a poliamoroso? Eu não conhecia o termo, como tal, mas agora eu sei como funciona e posso dizer que entendo, o respeito e me parece uma opção muito boa. Toda a minha vida tinha tido relações monogâmicas sucessivas com um final em desamor. Pensava que era um problema meu, mas hoje aprendi que o amor não é o que eu pensava. O problema está no conceito que temos do amor como compromisso, exclusividade; fazem-nos crer que só se pode amar uma pessoa, e agora eu sei que não é verdade.

Joana

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