“Eu Lhe Proposto Ao Papa Francisco, Um Concerto Com Músicas De Missa”

“Eu Lhe Proposto Ao Papa Francisco, Um Concerto Com Músicas De Missa”

Faça sentir é um disco muito dançante. Será que Estamos diante de uma nova Laura Pausini? Durante toda a minha carreira eu tenho procurado fazer coisas diferentes para as músicas que são mais conhecidas. Quem me segue desde 1993 sabe que eu tenho um repertório mais pop do que recorro durante as turnês. Quero que toda a minha música represente o meu caráter, que não é só melancólico: o disco tem baladas, alguma música roqueira e furiosa e outras música popular e de dança.

foi publicado que dedicael disco para as mulheres, mas eu sei que quer esclarecer isso. Nunca escrevo uma música especificamente para um gênero. É claro que em muitas situações a uma mulher que é mais difícil ser forte, aí estão todas as denúncias sobre agressões, mas quando me lançou para conquistar algo, eu não penso que sou uma mulher.

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eu Sou um ser humano e o mais difícil é o respeito entre seres humanos. Dedico o disco às pessoas com medo de se expressar como realmente são. Uma fragilidade que você superou com a maturidade. Ocorreu-Me especialmente na minha vida privada. Para poder fazer-me amar ao máximo potenciava o que a outra pessoa gostava de mim e se era um defeito, o esconda. No fundo, tratava de ser outra.

, E isso não funciona. Não há que desperdiçar anos de sua vida para tentar ser quem você não é. Era jovem e, ao final, me encontrei sozinha; sem a pessoa a quem queria conquistar. Contrariei minhas fragilidades e também percebi que os defeitos podem ser para alguns, mas compõem a minha personalidade: sou assim e quero aproveitar. Eu gostaria que oferecesse algum conselho para jovens que nos leiam e estejam sobrecarregados porque se sentem inferiores.

Como somos é o motivo por que estamos vivos no mundo. É o ponto principal: não ser todos iguais. Se os outros te julgam e te adaptas aos seus gostos não se permitirá desfrutar da experiência de vida. É importante acreditar na personalidade e nos dizer: “o

para Que se vá a merda e paciência, já lhe gustei para o outro”. Também é inteligente usar o humor. Você o faz com freqüência: por exemplo, ao comparar seu traseiro com o de Kim Kardashian. No final dos anos noventa, quando eu comecei, todas as famosas tinham supercuerpazo. Eu ia tapadísima e senti vergonha do meu anus. Em contrapartida, nos últimos anos, sobretudo nos EUA, tudo é exagerado: peito, bunda, lábios… A primeira vez que vi a Kim Kardashian me senti como Kate Moss, na década de noventa (risos).

Joana

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