Edição De Sábado, 21 De Janeiro De 1911, Página 6

Edição De Sábado, 21 De Janeiro De 1911, Página 6

C-rina 6.—Sábado, 21 de Janeiro de autoridade Troquei foi muydiversamente invocada pelos partidários e os adversários do catalanismo. Hace’poucos dias eu vi citado, pela centésima vez, o íaiiioso texto do artigo apareci-do na Sociedade, como costuma ser invocado ainda o aforismo de Capmany . Mas se estendeu França, e ficou sem ia Tunísia. Quais são.outra .nação com mais direitos queItalia a ocupar ia antiga África própria – mente dita de os romanos? E, no entanto, vêm os germanos e lhes fecham as portas. Compréndese, pois, a ira do Qui-rinal contra a Turquia, máxime tendo declarado o governo italiano, que não pretende conquistar nada, mas fazer uma “penetração pacífica”.

Em seu víata, seríaposible que a Itália fez uma demonstração naval, cansada já ia diplomacia deemplear a “suavidade”. E é indubitável que, em tal caso, já descer Turquia os fumos e lhe daria ordem para o wali ou governador de Trípoli, de que nomolestase mais aos italianos. Há nações que só atendem a ameaças yno fazem caso das palavras corteses. Trípoli é a última esperança para lapatria de Júlio César. Na França, foi registrado outro atentado anarquista na Câmara dos Deputados. Como não é necessário dizer, trata-se de um desequilibrado, mas falta saber se ele perdeu o equilíbrio por si só ou se o fizeram perder os panegiristas do.atentado pessoal.

De qualquer forma, é estranho que a um desiquilibrado como eseasesino lhe permitisse exercer o cargo de escrivã do tribunal de Baiona. O pobre M, Mirman, ferido na perna, não lhe serão ganhar de volta para o Palácio Bourbon, pois, como dizia muybien, não vai lá Bino para receber bombas e balas de revólver.

Também é criado o Requerimento, o que de facto legalizaba perante o colonizador português a escravidão dos indígenas que se negasen a aceitar o evangelho. Em 1519, os missionários tinham duas igrejas na área de Cumanacoa e um convento em Santa Fé. De lá queriam não só evangelizar os indígenas, mas também opor-se à caça de escravos que realizavam aventureiros europeus, desde há anos. Gonzalo de Ocampo chegou à costa da Venezuela, o que seria Cumaná, na segunda década do século XVI. Lá estava ativo na pacificação dos habitantes para explorá-los na exploração das pérolas.

Gonzalo de Ocampo esteve em conflito permanente com frei Bartolomé de las Casas. Bartolomé de Las Casas tentou desde 1520 estabelecer uma colônia que seria Cumaná, onde os índios possam coexistir de forma pacífica com os europeus e recebendo pagamento justo pelo seu trabalho. Alonzo de Ojeda, proveniente de Cubagua, foi para a Terra para escravizar indígenas.

Estes o viram receber um papel dos monges, com o que consideraram que eram amigos. Em Maracapana, de Ojeda convenceu o cacique local, Gil Gonçález, que queria comprar milho que tinham de ser transportados por mais de 50 indígenas. Quando estes chegaram, os espanhóis atacaram e conseguiram pegar e trinta e sete indígenas, escapando o resto. Ojeda, em seguida, ingressou com sete outros espanhóis, como se não tivesse feito nada, e foi recebido no início de forma amigável, mas então atacaram vários espanhóis.

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em Seguida, os rebeldes atacaram e queimaram o mosteiro e mataram os monges. Ocampo, que se encontrava em Santo Domingo, usou o evento para atacar os índios de Cumaná. Depois de muitos percalços, Bartolomé de Las Casas partiu de Santo Domingo, em julho de 1521, para Cumaná. O religioso mandou construir um forte, ao lado do rio Manzanares, como proteção contra ataques de índios e de escravos europeus, mas estes convenceram o responsável pela obra de não terminá-la.

Os indígenas começaram a vender para seus filhos, os escravos, em troca de vinho. As Casas viajou de Cumaná a Cubagua para tentar parar o trânsito, mas não alcançá-lo, partiu para Santo Domingo para buscar apoio lá. As Casas abandonou Venezuela no início de 1522 e deixou a cargo de um militar, Francisco Soto, através da nomeação de não tirar os dois navios que tinha no rio. Tão logo foi das Casas, Soto tirou os navios para traficar escravos, ouro e pérolas.

15 dias após a partida De Casa, os índios atacaram os espanhóis em Cumaná. Todos estes, exceto um monge conseguiram fugir. Os indígenas continuaram até Cubagua. O almirante Diego Colombo enviou a Jácome de Castellón, a Cubagua a tomar de novo a posse da ilha e a punir os indígenas em Terra Firme. Carlos I de Portugal decidiu criar a Província de Margarida, em 1525. Nesse ano, Pedro de Alegria funda a comuna de São João na ilha.

Joana

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