Dez Filmes Românticos Para Aquecer Namorados Neste Domingo De Sofá E Tapete

Dez Filmes Românticos Para Aquecer Namorados Neste Domingo De Sofá E Tapete

Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel protagonizaram em “(500) dias juntos,” uma das fitas românticas mais originais em muitos anos. Sob o olhar do protagonista, Tom, assistimos à evolução de sua relação com a garota de seus sonhos, Summer, em um relato, não necessariamente linear. Ao contrário, as folhas do calendário voam de sua esposa e passamos do futuro para o passado. No final, o amor não é o que idealiza o protagonista, mas o que se encaixa em sua vida. “Love Actually” foi lançado em 2003 e tornou-se, de logo, a comédia romântica mais popular do milenia.

Um filme de culto, que não deixou de dar a notícia cada vez que se aproxima o dia dos Namorados. Um filme de “irresistível” para o “US Today” ou “comédia romântica muito divertida” para “Variety”. E apesar de tudo, hoje em dia há pessoas que se pergunta se a famosa cena de cartazes, não há assédio. Não podia faltar nesta seleção “Titanic”, um clássico que hoje muitos dizem detestar, mas que com certeza cada vez que vêem lhes emociona.

E a história de amor de Jack e Rose segue deixando essa questão em aberto: qual Cabiam os dois na tabela? “História de amor em vários tempos e cenários contada com esse insuperável despudor tão próximo do brega, que leva o selo de Julio Medem. Filme desequilibrado, mas que o mesmo pode hipnotizar que deixá-lo tão frio como sugere o título.

  • Não acreditava que pudesse me apaixonei, agora te vejo só você e eu sei que vale a pena
  • Eu não peço a lua, eu só quero estar contigo debaixo dela
  • 80º.- Porque lendo a Tardi acabou conhecendo Paris melhor do que consultar o guia
  • as montanhas de leitura pendente
  • Jacques Janse Van Rensburg (RSA/MTN-Qhubeka) à 1:04
  • O episódio marcou-se como um filme, mas você pode ver como três episódios separadamente
  • Faça isso, praticando diariamente durante cerca de 10 minutos
  • “Como te tirar de minha mente, se te levo no meu coração”

Dados técnicos. Portugal. 1998. Drama romântico. 114 m. Diretor: Julio Medem. Intérpretes: Najwa Nimri, Fele Martínez, Nancho Novo, Maru Valdivielso”. Crítica de Oti R. Marchand. Mas só recebeu uma indicação ao Oscar (Melhor atriz (Julia Roberts), “Pretty Woman” é, sem dúvida, a comédia mais vista da história. Não só foi um sucesso nos cinemas, mas que cada vez que passa de novo em Portugal em Mediaset a cada poucos meses) torna-se o mais visto de sua faixa.

A protagonista é Vivian, uma prostituta de Hollywood Boulevard, na Califórnia, que um dia conhece Edward (Richard Gere), um rico homem de negócios que acabará tornando-se, apesar do abismo que separa seus mundos, em o príncipe do seu conto. É claro que, nestes tempos de peles finas e falsa moralidade, este filme irritar vários coletivos que a qualificam de machista. “Ghost” talvez esteja na retina de todos vocês.

Um daqueles filmes que, queiramos ou não, certamente já vimos. Com dois Oscar de cinco indicações (Melhor atriz coadjuvante para Whoopi Goldberg, e Melhor roteiro original). O filme conta a história de amor de um casal (Demi Moore e Patrick Swayze), que se vê abalada quando ele é assassinado por um ladrão. Mas, tão forte é o vínculo que os une do que Sam, o cara, permanece na terra em forma de fantasma com o único objetivo de salvar a vida de Molly, sua namorada.

Entrando em contato com ela, uma louca vidente. Dois filmes de Patrick Swayze foram vazado nesta seleção. A primeira é “Dirty Dancing”, dirigido por Emile Ardolino (“Sister Act”, e estrelado, além disso, por Jennifer Grey. O filme conta a história de Baby e sua família, que se dirigem para um hotel em cathedral city Mountains para passar as férias.

Uma vez lá, ela conhece Johnny Castle (Swayze), um belo dançarino com muita destreza do que se apaixona vivendo um romance apaixonado, apesar da proibição de seu pai. Um amor que fará com que a menina se transforme em uma mulher. “Procura outra vez, Sam”, “nós Sempre ficará Paris” ou “O mundo está desmoronando e nós nos apaixonados”. Com frases como estas, pouco se pode dizer de um dos grandes clássicos da história do cinema, dirigido por Michael Curtiz e protagonizado por Humphrey Bogart e Ingrid Bergman.

passaram mais de setenta anos desde o início de uma grande amizade entre o público de qualquer geração e a história de amor mais famosa que deu a sétima arte. O roteiro de “Casablanca” foi escrito durante a Segunda Guerra Mundial. Humphrey Bogart entrou no negócio na última hora, substituindo ninguém menos que o que fora depois presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan. A fita foi visto mais como um filme de propaganda política do que como a história de um amor imortal, cujo exotismo seria reconstruído inteiramente nos estúdios.

O coquetel é explosivo: O’Hara (Vivien Leigh) suspirando pelo amor de Ashley (Leslie Howard), e este, noivo de sua prima, a doce e amável Melanie (Olivia de Havilland). E no meio de tudo aparece o alegre, egoísta e aposto Rhett Butler (Clark Gable), com a única intenção de ficar rico e conquistar o coração da bela Scarlett.

Joana

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