Desde a Minha Primeira Vez (e Com Um Ginecologista), Eu Decido >>Blog Eros >>Blogs DO PAÍS

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Também hoje sou consciente de que ele me fez a indução e as práticas. Eu não sabia de nada, e só me lembrava de o livro de sexualidade, que a minha mãe me tinha mostrado na cama o dia em que eu me explicou, com desenhos em branco e preto, como era isso de fabricar filhos.

Lembro-me também que o meu pai fechou a porta com um olhar confuso: sua filha de onze anos, já sabia que o sexo existia. Sua pequena já não era tão inocente. Mas é igual, porque depois do livro em branco e preto me seguiram, fechando os olhos quando saíam dois amantes se beijando em filmes, e em minha casa não disse a palavra sexo, nem nunca soaram os Sex Pistols.

  • 3ª Série: O Reino de Arkhanta[editar]
  • Porque há Vida em outro planeta, mas melhor que não o conheçamos
  • 11 Elysia Hughes
  • 6 Primeiro B
  • 1 O vampiro na literatura 10.1.1 Literatura acadêmica ou escolar
  • 2007: Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street (trilha sonora)
  • 30 Pontes Antipeatonales

Minha primeira vez não foi idílica ou satisfatória. Eu não entendi muito bem o que fazíamos; e sentia que não tinha sido relaxada nem um segundo enquanto durou essa penetração. Com o tempo, a experiência melhorou, e em cada encontro, aprendi até poder ter uma relação sexual divertida e muito prazerosa.

Quando descobri que o sexo me amava, eu sabia que eu mesma tinha que converter o proibido e essas incertezas que me tinha deixado o livro de desenhos de anatomia em algo fantástico. Minha sedução como caixa de saída. Devo dizer que a minha vida sexual está relacionada com uma condição que desenvolvi muito jovem: uma crônica desejo de conquistar homens.

Ao contrário de algumas mulheres que encontram prazer, as conquistem e seduzam, para mim, desde muito tenra idade, sempre gostei de ir para a carga e jogar Risk com os homens. Levar meus soldadinhos e começar a jogar uma partida com a sua cabeça. Primeiro seduz, em seguida, se conquista, e este é o jogo mais divertido que eu conheço. Seduzir ou conquistar não implicam relação física; e, mais, acho que com a cabeça, chega a pontos de excitação e muito mais insondáveis, ao belo jogo dialético entre seres humanos que se gosta.

Algumas partidas deste Risk sedutor duram menos de meia hora, se transformam em histórias de filme e se desenvolvem em diferentes cenários onde o sexo está tão presente como o sol ou a lua. Outras de minhas conquistas levam décadas abertas e jamais passaram no momento pele. Esses amantes impossíveis são muito engraçados porque começam a converter-se, com o passar do tempo em personagens de meus romances e de minhas fantasias eróticas.

Quando os vejo sempre me treme a alma e não suporto tê-los perto de mim por mais de um café. E a eles, confidências, usando, também acontece algo semelhante, porque comem as unhas, ou me perguntam se eu acho que algum dia vão ter o que ambos queremos. Nesse momento, algumas risadas fecham a pergunta e seguimos flertando até que se reúnam os cinco continentes.

Para mim é importante perceber o seguinte: desde a minha primeira vez, eu tenho chegado ao sexo em todas as ocasiões, como ação voluntária. Nunca tive acesso a nenhum contato que não esteja aprovado pela a minha cabeça e eu vivi bem a minha vida sexual, escolhendo cada par com a que compartilhar a minha sexualidade. Eu decido quem beija o meu corpo, quem o vê nu, e quem não tem. Uma das primeiras condições que fazem com que eu possa falar sem nenhuma censura, mas também sem dor ou vergonha sobre sexo reside neste princípio. Eu decido sobre a minha vida sexual e não ela em cima de mim.

4 Com a ponta dos seus dedos, toma um pouco de cera quente e derrama algumas gotas em cima do objeto. 5 em seguida, acende o charuto com a chama da vela, e dale, três sopros. Expele a fumaça sobre o objeto. Que a cera se queime, a fumaça se ciegue e que só a minha essência possa ver e testar.

Joana

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