As Misses Se Rebelam Contra A Cosificación

As Misses Se Rebelam Contra A Cosificación

Estão aqui porque querem. Desde então, ninguém as obriga; nenhuma tem por trás um pai ou uma mãe daqueles que empurram para transformá-lo em novo Messi quando o aluguel gostaria de estar pintando com aquarela. Todas decidiram apresentar-se ao concurso Miss Universe Portugal, que organiza a cada ano Be-Miss, e cada uma por um motivo diferente. O que sim coincidem é fazer dele o slogan desta edição: “Somos mais do que se vê’. De fato, nasceu das próprias concorrentes.

Nos encontramos em resort Village Pierre Vacances Bonavista de Bonmont, em Mont-roig del Camp (Tarragona). Enquanto as candidatas ensaiam uma coreografia-antes receberam uma nova sessão de coaching e, mais tarde, espera-pilates -, os hóspedes olham com interesse e perguntando entre si o por que de tanta beleza junta. Um momento. Inserimos no presente concurso trata de superar essa característica como único sustento de uma miss.

  • Os ombros caídos e frouxos
  • Kaiser Sport e Madoka95 deram suas desses
  • livros
  • Encantamento com perfume
  • Melhorar relações
  • Concluirás o feitiço destapando o potenciômetro de frente para a vela continuará a queimar
  • Gilles Kepel, The War for Muslim Minds: Islam and the West, 2004
  • Um prêmio “Paixão crítica” do Portal

Comprobémoslo em voz das aspirantes. Esta noite, em uma festa de gala apresentada por Jorge Lucas, conheceremos a nova Miss Universe Portugal e Sofia do Prado cederá a sua coroa. Sofri bullying, tanto na escola como no instituto. Também sofreu, embora de modo muito diferente, o aspirante Angela Ponce, primeira mulher transexual, que participa do concurso. O caminho foi longo, cheio de armadilhas, mas hoje está aqui, fazendo gala de uma maturidade louvável: “O trânsito não o fiz.

Eu nasci mulher. O fazem ou devem fazer, aqueles que estão ao meu redor”. Vanessa Fernandez (24), é de são paulo, (Cantábria), estudou o Ensino Fundamental e agora assiste a um grau superior em Crianças. É modelo profissional e trabalhou como modelo na Índia e fez algum pinito como atriz de Bollywood. Ela oferece-nos uma nova perspectiva: “Estamos todos muito preparados, a maioria fala vários idiomas e o mundo da modelagem pressupõe, para além da preparação física, domínio da passarela, eloquência e protocolo. Isso é uma superação da cosificación: vivemos uma maré feminista com que muitos extremos não estou de acordo. Por que agora os EUA já não desfilará em bikini?

Se eu estou neste certame é por minha vontade, e uma das variáveis que marcam é o meu físico. Por que imponerme fato de banho? Haverá meninas que se sintam mais confortáveis, porque todos temos complexos, mas temos o direito de decidir”. A novidade realmente vem em seguida: “Chegar aqui é um grande trabalho: a disciplina mental, dieta e exercício, mesmo em férias, cuidado estético constante… Só a genética, nascer bonita, não é suficiente. Tal como são concedidos prêmios no cinema e o teatro, como

Por que a Igreja às vezes cobre as partes íntimas em uma pintura? Isso não é liberdade, estamos retrocedendo”. Fui de patinação sobre gelo na Seleção Espanhola durante quatro anos. Ana Fernández (24), de Sevilha, é modelo profissional e estuda inglês. Vem decidida como apaixonada por moda e tudo o que está relacionado com ela.

Paula Lopes (18), As Palmas, pediu permissão na Zara para poder estar hoje aqui, “o mais importante de todos os certames”, diz. O que mais admira nos outros é a simplicidade e odeia a superioridade. Raquel Arias (26), de Madrid, sonha em representar a Espanha na final. “Esse slogan se refere a uma embaixadora do país, não apenas uma mulher bonita.

Joana

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